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A reação da Swiss foi imediata. Antes mesmo do início solene do vez, os dois profissionais foram substituídos por tripulações reservas. “Em nenhum momento naquela manhã os dois homens estiveram na cabine de comando”, declarou um porta-voz da companhia. O voo seguiu conforme o planejado, sem qualquer impacto na operação.
Regras rigorosas sobre álcool na aviação foram violadas
A conduta dos dois pilotos infringiu uma série de regulamentações. Na Europa, o limite de álcool no sangue para tripulantes de cabine é de 0,2 por milénio. Porém, diversas companhias aéreas adotam uma política ainda mais restritiva, estipulando “0,0 por milénio” em seus manuais operacionais.
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Aliás, existe a chamada regra das “oito horas entre a garrafa e o comando do motor”, que determina um pausa mínimo de oito horas entre o último consumo de bebida alcoólica e o início do serviço. A Swiss, assim uma vez que outras empresas do setor, exige ao menos doze horas de dieta. Há ainda companhias que recomendam 24 horas sem álcool antes de qualquer atividade de voo.
Aparentemente, os dois profissionais não se deram conta, por conta própria, de que não estavam em condições de voar — e também não comunicaram sua indisposição de forma adequada.
Companhia reafirma política de tolerância zero
Diante do caso, a Swiss reforçou publicamente sua posição sobre o tema. “A segurança é nossa prioridade máxima. Nossos tripulantes estão sujeitos a diretrizes claras e rigorosas: eles não podem se apresentar para o trabalho nem desempenhar suas funções sob a influência de álcool”, explicou a companhia. “Temos os mais altos padrões de segurança de voo e de nossas tripulações, e não toleramos o afronta de álcool.”
Suspensão indefinida e provável exoneração
As consequências para os dois aviadores já começaram. Ambos foram suspensos de voar por tempo indeterminado. Um eventual retorno à cabine de comando dependerá dos resultados de investigações internas e avaliações médicas que estão em curso.
A empresa afirmou que está analisando o caso “com zelo, imparcialidade e mente ensejo”. Dependendo das conclusões, os pilotos podem receber uma recado formal ou ser demitidos. O veste de não terem relatado sua inaptidão para voar antes do início do vez deverá ter peso significativo na decisão final.
Mecanismos de segurança funcionaram, mas imagem da empresa pode ser afetada
Segundo relatos, a Swiss destacou que seus protocolos de segurança cumpriram o papel esperado: funcionários identificaram o problema, reportaram o incidente e a substituição dos pilotos ocorreu de forma rápida e eficiente.
Ainda assim, conforme apontou o jornal Blick, o incidente tem potencial para prejudicar a imagem da companhia. Embora as empresas aéreas lidem frequentemente com passageiros embriagados, desta vez foram justamente dois pilotos — profissionais responsáveis pela segurança de centenas de pessoas — que estiveram no meio do incidente.
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https://www.contrafatos.com.br/pilotos-sao-suspensos-apos-se-apresentarem-embriagados-para-voar-um-airbus-a220//Natividade/Créditos -> CONTRA FATOS
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