Ministro Alexandre de Moraes determina início de questionário contra senador Flávio Bolsonaro
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista, determinou a início de questionário contra o senador Flávio Bolsonaro por suposta calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A investigação tem origem em uma postagem feita pelo senador no X (velho Twitter) em 3 de janeiro, onde ele associava Lula a investigações sobre crimes no caso de Nicolás Maduro, na Venezuela.
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Risco de inelegibilidade preocupa especialistas
Especialistas em recta eleitoral alertam que uma eventual pena definitiva por calúnia pode resultar na suspensão dos direitos políticos de Flávio Bolsonaro, tornando-o inelegível para disputar qualquer função público, incluindo a Presidência da República em 2026.
O legista Carlos Frota, perito na superfície eleitoral, explicou que uma pena transitada em julgado por transgressão contra a honra suspende maquinalmente os direitos políticos do réprobo, abrindo precedente para a inelegibilidade.
Em resposta à decisão, Flávio Bolsonaro classificou o questionário uma vez que “juridicamente frágil” e uma tentativa de repreensão contra seu procuração parlamentar. O senador argumenta que sua postagem somente repercutiu fatos públicos sobre as investigações envolvendo Maduro.
Propagação nas pesquisas eleitorais
O timing da início do questionário coincide com o propagação de Flávio Bolsonaro nas pesquisas eleitorais para 2026. Levantamentos recentes dos institutos Genial/Quaest e Veritá mostram o senador numericamente avante ou empatado tecnicamente com Lula no segundo vez.
Os números variam entre 42% e 35,9% no primeiro vez, dependendo do instituto de pesquisa, consolidando Flávio uma vez que um dos principais nomes da oposição para a sucessão presidencial.
A Polícia Federalista tem prazo de 60 dias para concluir as investigações. Durante levante período, o senador mantém seus direitos políticos preservados, podendo continuar suas atividades parlamentares normalmente.
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