Parlamentar paulistano do União Brasil formalizou denúncia na Delegacia de Crimes Cibernéticos posteriormente vaga de ataques nas redes sociais
Mensagens ofensivas e ameaças de morte levaram o vereador paulistano Adrilles Jorge (União Brasil) a registrar um boletim de ocorrência junto à Polícia Social de São Paulo. As intimidações teriam começado posteriormente o parlamentar se posicionar publicamente contra o Projeto de Lei da Misoginia, que tramita na Câmara dos Deputados depois de aprovação no Senado.
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Oração na Câmara Municipal foi o mecha
Na semana passada, Adrilles Jorge utilizou a tribuna do plenário da Câmara Municipal de São Paulo para fazer duras críticas à proposta legislativa. Na avaliação do vereador, o texto pode comprometer a liberdade de frase e gerar instabilidade jurídica.
“O PL da Misoginia é pavorosamente ruim”, disse o político do União Brasil. “Ele não melhora em nenhum sentido a vida das mulheres, ao mesmo tempo em que criminaliza todos os homens — que, por óbvio, ficarão receosos de se aproximar. Arrisco a expor que empregadores vão principiar a desobrigar mulheres ou vão preferir a contratação de homens, por susto desta proposta perigosa.”
Ataques coordenados nas redes sociais
Ao compartilhar trechos de sua fala nas redes sociais, o parlamentar relata ter se tornado mira de uma enxurrada de mensagens agressivas. Usuários passaram a acusá-lo de misoginia, e algumas das mensagens continham ameaças diretas de morte.
A resguardo de Adrilles Jorge classificou os ataques uma vez que organizados e coordenados, com o objetivo de prejudicar a reputação do vereador paulistano. Diante da sisudez das intimidações, ele decidiu procurar a Polícia Social para formalizar a denúncia e solicitar investigação.
Investigação fica com a 2ª Delegacia de Crimes Cibernéticos
O caso foi guiado à 2ª Delegacia de Crimes Cibernéticos de São Paulo, que ficará responsável por identificar os autores das mensagens. Segundo a legislação penal brasileira, os envolvidos podem responder por prenúncio e injúria. A pena prevista para esses delitos pode perceber até 2 anos de reclusão, além de multa.
Vereador nega misoginia e reafirma posição
Em pronunciamento público, o vereador rejeitou as acusações de misoginia e reiterou suas críticas ao projeto em discussão no Congresso Vernáculo. Adrilles Jorge também declarou que a formalização do boletim de ocorrência teve uma vez que propósito prometer tanto a sua segurança pessoal quanto a de seus familiares.
O que é o PL da Misoginia
A proposta já aprovada pelo Senado altera a legislação vigente para incluir crimes motivados por misoginia no rol de condutas punidas uma vez que discriminação ou preconceito. A tramitação na Câmara dos Deputados, no entanto, segue sem previsão de votação. Nesta semana, lideranças partidárias optaram por não incluir o projeto na tarifa até o período eleitoral.
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