Senador afirma em evento conservador que governo brasiliano tenta impedir classificação de facções uma vez que terroristas
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou, neste sábado (28), durante exposição na Conservative Political Action Conference 2026, nos Estados Unidos, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva atua para barrar medidas contra organizações criminosas.
Segundo o parlamentar, o governo brasiliano teria feito “lobby pesado com certos conselheiros americanos para evitar que os dois maiores cartéis de drogas do Brasil sejam classificados uma vez que organizações terroristas”.
Oração menciona facções sem reportar nomes
Flávio não citou diretamente os grupos mencionados, mas fez referência às maiores organizações criminosas do país. Entre elas estão o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), que possuem atuação pátrio e conexões internacionais.
Durante a fala, o senador afirmou que essas organizações “oprimem meu povo, lavam numerário e exportam drogas e armas para os EUA e para o mundo”.
Debate envolve provável classificação uma vez que terrorismo
A enunciação ocorre em meio a discussões nos Estados Unidos sobre a possibilidade de qualificar essas facções uma vez que organizações terroristas. Segundo reportagens internacionais, essa hipótese vem sendo analisada por autoridades norte-americanas.
Críticas à política externa brasileira
No mesmo exposição, Flávio Bolsonaro também criticou a política externa do governo brasiliano. Ele afirmou que o país teria se semoto dos Estados Unidos e pretérito a se alinhar com governos de esquerda na América Latina e em outras regiões.
O senador citou posicionamentos envolvendo países uma vez que Venezuela, Irã e Cuba, além de criticar a relação do governo brasiliano com o presidente venezuelano Nicolás Maduro.
Resguardo de reaproximação com os EUA
Flávio defendeu uma maior aproximação entre Brasil e Estados Unidos, argumentando que o país pode ter papel estratégico na redução da obediência americana da China, mormente no fornecimento de minerais essenciais para tecnologia e resguardo.
Oração com tom eleitoral
Ao longo da apresentação, o senador — que é pré-candidato à Presidência — adotou um tom de campanha. Ele afirmou que pretende implementar uma agenda conservadora focada em segurança pública, valores tradicionais e combate ao violação organizado.
“Deixe-me olhar nos seus olhos e expressar: nós vamos lucrar”, declarou durante o evento.As informações são da Revista Oeste.
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