Rumble e Trump Media reforçam resguardo jurídica na Flórida depois governo brasílio acionar AGU para proteger Alexandre de Moraes no processo judicial
Por ContraFatos 27/06/2026 Atualizado em 27/06/2026
Plataforma de vídeos e Trump Media reforçam resguardo depois governo Lula acionar AGU para proteger ministro do STF
Diante da ingressão da Advocacia-Universal da União (AGU) no caso, a Rumble decidiu expandir seu time de advogados no processo judicial que tramita em um tribunal federalista da Flórida, nos Estados Unidos. A movimentação é uma resposta direta à ofensiva permitido do governo brasílio em resguardo do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista (STF).
Acusações de repreensão transfronteiriça
A ação foi ajuizada pela plataforma de vídeos em conjunto com a Trump Media & Technology Group. As duas empresas norte-americanas alegam que Moraes praticou “repreensão transfronteiriça” ao instaurar a suspensão de perfis e a remoção de conteúdos em redes sociais. Essas decisões culminaram no bloqueio da própria Rumble em território brasílio.
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A Trump Media, empresa que pertence ao presidente dos EUA, justifica sua participação no processo com o argumento de que depende do suporte tecnológico da Rumble para manter em funcionamento a rede social Truth Social.
AGU entra no caso e pede extinção do processo
A juíza federalista responsável pelo caso na Flórida autorizou recentemente a AGU a ingressar na ação para simbolizar o Estado brasílio. O escritório internacional Foley Hoag LLP, contratado pela União, protocolou um pedido formal de extinção imediata do processo.
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O argumento mediano apresentado pela resguardo do Estado brasílio é o da soberania pátrio. A AGU sustenta que os atos questionados no processo não foram de cunho pessoal do ministro Alexandre de Moraes, mas sim decisões jurisdicionais oficiais tomadas em nome da República Federativa do Brasil. Por essa razão, segundo a tese apresentada, tais decisões não podem ser revistas ou invalidadas por tribunais estrangeiros.
Julgamento à revelia foi suspenso
A Rumble e a Trump Media haviam solicitado que Moraes fosse julgado à revelia, sem recta a resguardo prévia. As empresas alegaram dificuldades para notificá-lo formalmente por meio dos canais tradicionais de cooperação jurídica internacional. Essa situação levou as companhias a obter uma autorização privativo para realizar a citação via e-mail.
No entanto, com a corroboração da Advocacia-Universal da União porquê segmento interessada no processo, a Justiça norte-americana suspendeu temporariamente o pedido de julgamento à revelia formulado pelas empresas de tecnologia.
Prazo para reclamação definido
O reforço da equipe jurídica por segmento da Rumble tem porquê objetivo responder à ofensiva permitido promovida pelo governo brasílio. O tribunal fixou o dia 7 de julho porquê prazo limite para que as corporações apresentem sua reclamação formal aos argumentos levantados pela AGU.
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