Irã posiciona artefatos capazes de destruir grandes navios em rota estratégica do petróleo mundial
Embora à primeira vista pareça uma rota marítima tranquila, o Estreito de Ormuz se tornou uma superfície de risco proeminente devido à presença de minas navais posicionadas pelo Irã. A passagem, necessário para o fluxo global de petróleo entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã, abriga dispositivos capazes de provocar danos severos a embarcações de grande porte.
Valor estratégica e prenúncio invisível
Responsável, até recentemente, por muro de um quinto do transporte mundial de petróleo, o estreito agora é visto com cautela por autoridades internacionais. Informações divulgadas por autoridades dos Estados Unidos à rede CBS apontam que ao menos dois modelos de minas iranianas foram espalhados na região.
Esses artefatos foram projetados para atingir qualquer embarcação que atravesse o galeria marítimo. Na prática, qualquer navio que percorra a superfície corre o risco de ativar um dos explosivos.
Tipos de minas utilizadas pelo Irã
Entre os armamentos identificados estão as minas magnéticas Maham 3 e Maham 7, desenvolvidas pelo próprio Irã e consideradas peças-chave na estratégia de resguardo do regime de Teerã.
Maham 3: explosão guiada por som
A Maham 3 opera uma vez que uma mina ancorada, podendo ser instalada em águas com profundidade de até 90 metros. Em seguida ser posicionada, ela permanece submersa em um nível estratégico — logo inferior da traço de passagem das embarcações.
Seu funcionamento depende de sensores acústicos que identificam assinaturas sonoras de baixa frequência emitidas pelos navios. Quando um cândido se aproxima, a mina libera uma fardo explosiva de 120 kg.
A explosão ocorre a poucos metros da embarcação, o que potencializa o impacto destrutivo.
Maham 7: difícil detecção
Já a Maham 7 apresenta características diferentes. Mais difícil de ser identificada, ela pode ser lançada tanto por navios quanto por aeronaves.
Esse padrão foi desenvolvido para atingir embarcações de médio porte, veículos de desembarque e até pequenos submarinos, ampliando o alcance da prenúncio na região.
Quantidade incerta e capacidade ampliada
Não há confirmação solene sobre o número exato de minas instaladas no Estreito de Ormuz. No entanto, estimativas indicam que muro de 20 dispositivos já estejam posicionados.
Especialistas alertam que o Irã possui capacidade para implantar centenas de outras minas, o que poderia intensificar ainda mais o risco para a navegação internacional.
Arsenal diversificado com pedestal extrínseco
Além dos modelos produzidos internamente, o Irã também incorporou ao seu arsenal minas mais modernas, incluindo versões de fundo e ascendentes. Esses equipamentos teriam origem em países uma vez que Rússia, China e Coreia do Setentrião, aumentando o nível tecnológico dos dispositivos utilizados.
Conflito e ataques recentes
Instalações que supostamente armazenam essas minas passaram a ser cândido de ataques realizados por forças dos Estados Unidos e de Israel. As ofensivas começaram em 28 de fevereiro, marcando uma escalada nas tensões envolvendo o país.
Tráfico marítimo ainda ocorre
Apesar do cenário de risco, algumas embarcações continuam cruzando o estreito. Navios da Índia, do Paquistão e da China conseguiram galgar a região sem acionar os explosivos.
Reação internacional
No início desta semana, autoridades militares do Reino Uno confirmaram que o estreito foi minado. Ainda assim, indicaram a existência de um galeria seguro para navegação.
Porquê resposta, a Marinha britânica anunciou o envio de navios caça-minas robóticos para a região. A medida faz segmento de uma força-tarefa internacional que procura prometer a segurança e restabelecer o fluxo normal na importante rota marítima.
Veja também
China,Estados Unidos,Irã
https://www.contrafatos.com.br/como-sao-as-minas-do-ira-transformam-estreito-de-ormuz-em-zona-de-alto-risco//Nascente/Créditos -> INFOMONEY









