Ministro aponta inadequação do recurso e mantém decisão da Golpe
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista (STF), decidiu rejeitar o prosseguimento de uma ação apresentada pela mesa diretora da Câmara dos Deputados que questionava o julgamento do ex-deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ). A decisão foi tornada pública nesta terça-feira (24).
Ação questionava julgamento criminal
O pedido da Câmara foi formalizado por meio de uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), instrumento utilizado para negar decisões que supostamente violam princípios constitucionais. A iniciativa buscava barrar o curso da ação penal que resultou na pena de Ramagem.
A movimentação ocorreu depois a 1ª Turma do STF manter o processo contra o portanto parlamentar, que responde por crimes porquê organização criminosa, tentativa de anulação violenta do Estado Democrático de Recta e golpe de Estado.
Câmara alegou violação da isenção parlamentar
No documento guiado ao Supremo, a Câmara dos Deputados sustentou que a isenção parlamentar deveria levar à suspensão integral da ação penal. A Vivenda também argumentou que a decisão judicial interferia em suas competências e comprometia o princípio da separação entre os Poderes.
Anteriormente, deputados federais haviam reconhecido a suspensão de secção das acusações — especificamente os crimes de dano qualificado e deterioração de patrimônio — dentro do processo em que Ramagem figurava porquê réu.
Moraes vê instrumento inadequado
Ao examinar o caso, Alexandre de Moraes concluiu que a ADPF não é o meio tempestivo para negar a decisão já tomada pelo STF. Segundo o ministro, existem mecanismos dentro da própria ação penal que permitem questionamentos e pedidos de revisão.
“Na presente Arguição, portanto, não se verifica o atendimento ao princípio da subsidiariedade”, afirma o magistrado, em trecho de sua decisão. “Eis que se encontram presentes meios impugnativos, no bojo da própria ação penal, para suscitar a reapreciação da decisão questionada.”
Pena e situação atual de Ramagem
Alexandre Ramagem foi réprobo pelo Supremo Tribunal Federalista a 16 anos de prisão por envolvimento na suposta tentativa de golpe. Atualmente, ele reside nos Estados Unidos com a família.
Em dezembro do ano pretérito, a mesa diretora da Câmara dos Deputados oficializou a cassação de seu procuração. A medida, segundo o órgão, foi adotada em cumprimento à decisão do STF.
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