Investigação ensejo em 2019 pode chegar a 10 anos caso seja estendida até 2029
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista, tem indicado a pessoas próximas que pretende prorrogar o questionário das fake news quando assumir a presidência da Golpe, em 2027. A informação foi divulgada pelo portal G1.
Cândido em 14 de março de 2019, o questionário completará sete anos em breve. Caso a extensão seja formalizada e a investigação permaneça ativa até o termo do procuração de Moraes na presidência, em 2029, poderá conseguir uma dezena de duração.
Origem do questionário e primeiros desdobramentos
O procedimento foi instaurado de ofício pelo portanto presidente do STF, Dias Toffoli, com base em versão do cláusula 43 do regimento interno da Golpe.
Ainda nos primeiros meses, Moraes determinou medidas contra veículos de notícia posteriormente reportagem que mencionava referência de Marcelo Odebrecht a Toffoli porquê o “companheiro do companheiro do meu pai”.
Na período inicial, a investigação também levou ao retraimento de servidores da Receita Federalista que haviam fiscalizado o patrimônio dos ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli.
Ampliação do escopo
Com o tempo, o questionário passou a apurar ofensas de apoiadores do portanto presidente Jair Bolsonaro a ministros do Supremo em redes sociais.
A investigação também incluiu a apuração do vazamento de dados pessoais de integrantes do STF na internet.
Durante o governo Bolsonaro, militantes, empresários e parlamentares alinhados ao ex-presidente estiveram entre os principais alvos. Policiais designados para atuar no gabinete de Moraes analisaram movimentações bancárias e publicações em redes sociais para verificar possíveis crimes previstos na Lei de Segurança Pátrio.
Operação da PF e novos desdobramentos
Recentemente, o questionário serviu de base para uma operação da Polícia Federalista realizada em plena terça-feira de Carnaval. A ação teve porquê cândido quatro servidores da Receita Federalista, sob suspeita de terem acessado indevidamente dados de ministros do STF.
Se confirmada a prorrogação a partir de 2027, o questionário das fake news poderá atingir dez anos de tramitação, tornando-se uma das investigações mais longas já conduzidas no contexto do Supremo.
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