Há tempos o conservador brasílio não tinha uma notícia tão alvissareira vinda do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nesta quinta-feira (12), a Namoro, agora livre da presidência de Alexandre de Moraes, impôs uma rota acachapante à esquerda e absolveu, por unanimidade, o senador Jorge Seif (PL-SC) de um processo de cassação que se arrastava há anos.
O placar de 7 a 0 não deixa margem para dúvidas: as acusações de “agravo de poder econômico” movidas pela coligação petista eram tão frágeis que nem mesmo os ministros indicados pelo atual governo conseguiram sustentá-las.
O Término da “Justiça Criativa”?
Para juristas e analistas políticos, o julgamento marca uma guinada histórica. Durante a gestão de Moraes, a Namoro foi acusada sistematicamente de ativismo judicial, repreensão prévia e perseguição a parlamentares de direita. A perdão de Seif, um dos aliados mais fiéis de Jair Bolsonaro, sinaliza que o TSE pode estar, finalmente, retornando à sua missão constitucional: julgar com base na lei, e não na cor partidária do réu.
“A justiça foi restabelecida. O que vimos hoje foi um tribunal técnico, que analisou provas e não narrativas. Sem a pressão política que imperava até pouco tempo, a verdade prevaleceu”, declarou a resguardo do senador logo em seguida a sessão.
Esperança para 2026
A decisão ecoou poderoso nos corredores do Congresso e, principalmente, nos QGs de campanha da direita para as eleições de outubro. A vitória de Seif cria um precedente vital: a esperança de que haverá “paridade de armas” na disputa presidencial deste ano.
O temor de que o TSE atuasse novamente porquê um “partido facilitar” do governo Lula diminuiu consideravelmente. Se a Namoro mantiver essa postura técnica e isenta, a oposição acredita que poderá disputar o voto do votante sem o terror metódico de ter suas redes sociais derrubadas ou seus candidatos cassados por “delitos de opinião”.
O Desespero da Esquerda
Do outro lado, o clima é de velório. O PT e seus satélites contavam com a cassação de Seif para tentar diminuir a bancada bolsonarista no Senado e gerar um traje político negativo para a oposição. A rota unânime caiu porquê um banho de chuva fria na militância, que já começa a criticar a novidade elaboração do tribunal nas redes sociais.
Para o brasílio que clama por liberdade e justiça limpa, o dia 12 de fevereiro de 2026 entra para a história porquê o dia em que o fantasma da perseguição começou a se dissipar. A democracia respira.
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