Fruto do presidente Lula passa a ser citado em apurações da Polícia Federalista
O empresário Fábio Luís Lula da Silva, espargido porquê Lulinha, formalizou a contratação de resguardo jurídica para seguir os desdobramentos da Operação Sem Desconto, que investiga um esquema de fraudes no Instituto Vernáculo do Seguro Social (INSS). A informação foi revelada nesta quarta-feira, 28, pelo portal Metrópoles.
A resguardo ficará a missão do legista criminalista Guilherme Suguimori, que protocolou, no último dia 19 de janeiro, um pedido de entrada aos autos do interrogatório que tramita no Supremo Tribunal Federalista (STF).
Até portanto, Lulinha não havia constituído legista, sob o argumento de que não figurava formalmente porquê investigado no procedimento.
Pedido de entrada ao interrogatório
Segundo Suguimori, a solicitação ao STF tem porquê objetivo compreender o teor do interrogatório que vem gerando menções ao nome de seu cliente. “A nossa teoria é saber o que está neste interrogatório, que tem motivado essas diversas manifestações da prelo”, afirmou o legista ao Metrópoles. Ele acrescentou que, no momento, atua “às cegas” em relação aos autos.
O pedido de entrada ainda aguarda decisão do Supremo.
Citações em relatórios da Polícia Federalista
O nome de Lulinha passou a desabrochar em relatórios da Polícia Federalista porquê provável sócio oculto do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, espargido porquê Careca do INSS, recluso desde setembro de 2025. Ele é assinalado porquê um dos principais articuladores de um esquema milionário de fraudes previdenciárias.
De conciliação com a PF, o nome do rebento do presidente surge em três núcleos de dados obtidos a partir da quebra de sigilo de investigados ligados ao lobista. Em relatório guiado ao ministro André Mendonça, a corporação esclareceu que, apesar das referências encontradas, “não há elementos objetivos que apontem envolvimento direto” de Lulinha no esquema até o momento.
Transferências e mensagens sob estudo
Entre os materiais analisados estão diálogos em que o Careca do INSS teria enviado R$ 1,5 milhão à empresária Roberta Luchsinger, apontada porquê amiga de Lulinha. Em uma das mensagens, o lobista afirmou que o valor seria talhado a “o rebento do rapaz”, sentença que a PF avalia porquê provável referência ao rebento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Informações divulgadas pelo site Poder360 indicam que dados enviados à CPMI do INSS mencionam repasses mensais de muro de R$ 300 milénio atribuídos ao Careca em obséquio de Lulinha. Também aparecem relatos de viagens conjuntas a Portugal e menções a uma provável sociedade, ainda sem comprovação documental.
As investigações seguem em curso, e até o momento não houve denúncia formal apresentada contra Lulinha.
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