Senador aposta em alianças da direita global antes de percorrer Estados brasileiros
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deu início à sua pré-campanha à Presidência da República com uma viagem internacional, priorizando encontros fora do Brasil antes de agendas pelo território vernáculo. O roteiro inclui Israel, Bahrein e Emirados Árabes Unidos.
Em Israel, Flávio participará de uma conferência em Jerusalém, marcada para os dias 26 e 27, voltada ao combate ao antissemitismo. O evento contará com a presença do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e terá entre os palestrantes o próprio Flávio e o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que perdeu o procuração em 2025.
Viagem organizada por Eduardo Bolsonaro
A organização da agenda internacional ficou a função de Eduardo Bolsonaro, que atualmente reside nos Estados Unidos e tem atuado uma vez que principal articulador das conexões externas da família. Segundo aliados, a estratégia procura ampliar a projeção internacional de Flávio e associar sua imagem a lideranças conservadoras estrangeiras.
Integrantes do entorno do senador afirmam que o objetivo é estreitar laços com nomes de peso da direita global, uma vez que Netanyahu, reforçando um oração desempenado a pautas conservadoras e de segurança.
Referências internacionais do bolsonarismo
A movimentação no exterior não é inédita. No ano pretérito, Flávio esteve em El Salvador, onde o governo de Nayib Bukele é frequentemente citado uma vez que padrão pelo bolsonarismo, mormente em temas ligados ao combate ao violação.
Aliados afirmam que o trajecto internacional pode ser ampliado para países da Europa e, em um segundo momento, incluir Argentina, atualmente governada por Javier Milei, além do Chile, onde José Antonio Kast chegou à Presidência.
O Senado Federalista autorizou a exiguidade solene de Flávio Bolsonaro entre 26 de janeiro e 6 de fevereiro, período talhado às visitas internacionais.
Elogios a Eduardo e estratégia doméstica
No término de 2025, Flávio esteve nos Estados Unidos para se reunir com Eduardo e elogiou publicamente a atuação do irmão na fala externa. Em entrevista ao jornalista Paulo Figueiredo, declarou:
“Graças a Deus, temos um craque em mansão nessa segmento de relações internacionais.”
Apesar do foco inicial no exterior, integrantes da pré-campanha afirmam que o senador também pretende intensificar viagens pelo Brasil, com atenção privativo a Minas Gerais, considerado o segundo maior escola eleitoral do país e estratégico para qualquer projeto presidencial.
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