Jornalista diz que levará situação de Jair Bolsonaro a autoridades americanas
O jornalista Paulo Figueiredo afirmou que há uma novidade fala em curso para retomar sanções internacionais contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista. Segundo ele, a iniciativa será tratada em reuniões marcadas em Washington ao lado do ex-deputado federalista Eduardo Bolsonaro.
A enunciação foi feita durante transmissão no conduto de Figueiredo no YouTube, nesta quinta-feira (8). De conciliação com o jornalista, os encontros estão previstos para sexta-feira (9) e têm porquê objetivo recolocar na agenda de autoridades e parlamentares dos Estados Unidos a emprego de sanções com base na Lei Magnitsky.
Durante a fala, Figueiredo afirmou que o tema já foi tratado anteriormente e que a retomada do debate não seria simples, mas verosímil.
“Certamente não é fácil, mas também não era fácil que ele fosse sancionado”, declarou. Em seguida, acrescentou:
“Mais uma vez, Eduardo e eu estaremos em Washington, em reuniões em procura de uma política externa americana mais favorável ao Brasil.”
Menção a reuniões com parlamentares
Figueiredo afirmou que ele e Eduardo Bolsonaro já estiveram em contato com parlamentares norte-americanos e citou, entre os encontros realizados, uma reunião com o deputado Jim Jordan. Segundo ele, a estratégia agora é martelar no tema junto a diferentes instâncias do governo e do Congresso dos Estados Unidos.
Condições de prisão de Jair Bolsonaro entram na argumentação
O jornalista disse ainda que pretende incluir nas conversas a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro enquanto esteve recluso. Para Figueiredo, decisões recentes envolvendo o ex-chefe do Executivo reforçariam a tese de violações de direitos humanos atribuídas ao ministro do STF.
Ele se referiu à recusa inicial de permitir a internação de Bolsonaro na terça-feira (6), procedimento que acabou sendo autorizado unicamente no dia seguinte. Segundo Figueiredo, esse incidente será usado porquê novo elemento no material que será apresentado às autoridades americanas.
“Toda a documentação está pronta, a gente só precisa amplificar esses novos fatos com a perpetuidade da tortura do presidente Jair Bolsonaro e seguir no processo de convencimento e persuasão de que esta, embora possa ter sido uma decisão oportuna momentaneamente, e a gente vai falar sobre Venezuela cá hoje, para os interesses americanos, não é uma medida oportuna no longo prazo para a relação dos Estados Unidos com o Brasil”, afirmou.
Expectativa de retomada do tema internacionalmente
De conciliação com Figueiredo, a intenção das reuniões é provar que, na avaliação dele e de aliados, o caso envolvendo Moraes não deveria ser tratado porquê encerrado. O jornalista sustenta que a reapresentação do tema às autoridades norte-americanas pode recolocar as sanções no radar da política externa dos Estados Unidos.
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