Derrite defende risca dura contra o delito organizado
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O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, voltou ao Congresso Pátrio para relatar o projeto de lei espargido porquê “PL Antifacção”, que foi reformulado e rebatizado por ele porquê Marco Permitido do Combate ao Delito Organizado. O texto endurece penas, restringe benefícios a criminosos e cria novos tipos penais. A proposta foi aprovada com 370 votos em prol e 110 contra, contrariando o governo Lula, que criticou as mudanças.
Em entrevista à revista VEJA, Derrite, pré-candidato ao Senado, afirmou que a direita lidera a taxa da segurança pública, tema que considera meão para as eleições de 2026. “O governo Lula e o PT têm uma visão completamente desconectada do que a população espera”, afirmou.
Segundo Derrite, as críticas ao projeto partem de setores que tratam criminosos porquê vítimas. “Quem diz que bandido é coitadinho, que roubar celular é unicamente para tomar uma cerveja, na verdade me elogia quando me ataca”, disse. Ele destacou o suporte popular à proposta, que, segundo ele, responde a uma demanda histórica da sociedade por leis mais duras contra o delito.
“O governo ignorou a tramitação e depois tentou interferir”
Derrite afirmou que o Executivo teve mais de duas semanas para dialogar sobre o projeto, mas só buscou contato depois sua inclusão na taxa. “O governo e a esquerda reagiram com ataques e mentiras, inclusive nas redes oficiais”, disse. Ele rejeitou qualquer negociação com o Planalto e levou a disputa ao voto. Agora, no Senado, reconhece que alterações são possíveis, mas descarta a retomada da versão original do governo.
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O relator da proposta no Senado, Alessandro Vieira (MDB-SE), já participou de debates com Derrite. “Ele conhece a veras da segurança. Outros senadores porquê Sergio Moro e Rogério Oceânico também contribuíram desde o início”, destacou.
“Audiência de custódia só beneficia criminosos”
Além da proposta aprovada, Derrite defende o termo da audiência de custódia, que considera um mecanismo que favorece reincidentes. Ele também propõe a exigência de cumprimento de ao menos 85% da pena para progressão de regime. “É inadmissível alguém réprobo a 12 anos trespassar com poucos meses”, afirmou.
Para o secretário, endurecer penas resultaria em redução da criminalidade a médio prazo. “No início, há aumento da população carcerária. Depois, o delito perde atratividade econômica.”
Críticas à PEC da Segurança e à convergência federalista
Derrite fez duras críticas à PEC da Segurança, apresentada pelo governo federalista. Segundo ele, a proposta centraliza o poder em Brasília e ignora realidades locais. “Segurança em São Paulo é dissemelhante do Amazonas. O texto quer impor um projecto pátrio sob pena de galanteio de repasses aos estados. Isso é chantagem”, disparou.
Ele destacou que o repasse anual do Fundo Pátrio de Segurança Pública para São Paulo é irrisório: menos de R$ 50 milhões, frente a um orçamento estadual de R$ 33 bilhões para a dimensão.
Segurança porquê tema decisivo em 2026
Na avaliação de Derrite, o tema da segurança será meão nas próximas eleições. “A sociedade está cansada da impunidade. O governo Lula tenta suavizar as penas, enquanto o povo quer endurecimento”, afirmou. Segundo ele, há criminosos presos dezenas de vezes pelo mesmo delito, o que demonstra falência do sistema.
Horizonte político e suporte a Bolsonaro
Sobre seu porvir, Derrite confirmou a intenção de disputar o Senado e admitiu que pode deixar o missão ainda em 2025, por conta da tramitação da PEC da Segurança. Disse que pretende substanciar a atuação legislativa para mudar a legislação penal.
Em relação ao ex-presidente Jair Bolsonaro, classificou porquê injusta a perseguição judicial. “Não há qualquer pena criminal contra ele. Quero vê-lo candidato. Se não for, apoiarei o nome indicado por ele”, declarou. Também defende a anistia para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro, muitos dos quais, segundo ele, “não sabiam o que estava acontecendo”.
“O delito organizado perdeu espaço em São Paulo”
Na gestão porquê secretário, Derrite destacou o combate ao delito organizado porquê principal progresso. Segundo ele, a integração entre as polícias e o uso de perceptibilidade foram fundamentais. Lamentou, porém, que o governo estadual tenha falhado na divulgação dos resultados. “Acabamos com a cracolândia, por exemplo, mas faltou informação.”
Verosímil candidatura ao governo de SP
Questionado sobre uma provável candidatura ao Palácio dos Bandeirantes, Derrite reafirmou que deseja o Senado, mas apoiaria o governador Tarcísio de Freitas para a Presidência. “Ele teria meu voto.”
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