O JPMorgan reiterou sua visão construtiva para o setor de utilities (concessões públicas, porquê robustez e saneamento) e revisou para cima as estimativas e os preços-alvo, mas adotou uma postura mais seletiva depois da poderoso valorização das ações, com subida de 60% no reunido de 2025, contra os 30% do Ibovespa no mesmo período.
Na geração, há preferência pelas hidrelétricas, vistas porquê as maiores beneficiadas em um envolvente de preços mais altos, enquanto as renováveis seguem com riscos de queda nos lucros.
Na distribuição, o retorno regulatório continua atrativo, segundo o banco. Ainda assim, as expectativas estão elevadas e as avaliações, mais apertadas, com prêmio de risco menor. Outrossim, o poderoso posicionamento pode tarar em cenários extremos: em um macro muito otimista, há risco de rotação para setores de maior beta; em um macro negativo, cresce o risco de saída de recursos dos fundos locais.
Não perda a oportunidade!
Nesse contexto, o banco escolheu três ações: 1) Sabesp (SBSP3), com geração de caixa de longa duração e progresso consistente dos lucros; 2) Copel (CPLE3), com dividendos de dois dígitos e menor risco; e 3) Eneva (ENEV3), que oferece opcionalidade de incremento diante da urgência de confiabilidade energética no Brasil.
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Para quem está otimista com o cenário macro, o banco também destaca Equatorial (EQTL3) e Axia (AXIA3) porquê nomes que podem se beneficiar de ventos favoráveis, porquê juros mais baixos e ingresso de capital na Bolsa brasileira.
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Por outro lado, o banco recomenda evitar exposição à Cemig (CMIG4), Engie (EGIE3) e Taesa (TAEE11).
O JPMorgan enxerga a Copel porquê uma tese de menor risco dentro de suas principais recomendações, equilibrando duration do fluxo de caixa, semelhante ao caso de Sabesp, com dividendos de dois dígitos previstos para 2026-2028, e a opcionalidade de incremento, porquê em Eneva, com expansão de lucros mais previsível.
Outrossim, a Copel também tende a ser uma importante beneficiária de preços mais altos de robustez, mormente para geradoras hidrelétricas, ao mesmo tempo em que deve apresentar menor volatilidade de resultados.
O banco também vê a companhia muito posicionada para oportunidades de incremento, porquê leilões de capacidade. No cenário-base do JPMorgan, Copel negocia a uma taxa interna de retorno real de 10,6% e múltiplo de 11 vezes o múltiplo de preço sobre lucro (P/L) esperado para 2026. Com isso, manteve recomendação de compra e preço-alvo de R$ 14,60.
Na visão do JPMorgan, a Eneva é a ação com maior risco de subida dentro da sua cobertura, principalmente devido ao potencial de incremento. No pequeno prazo, o leilão de capacidade previsto para março de 2026 pode surpreender positivamente tanto em volume de contratos quanto em remuneração regulada.
O cenário-base do banco, que considera TIR (Taxa Interna de Retorno) real de 8,6%, incorpora somente novos contratos para ativos já existentes.
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O JPMorgan reterou recomendação de compra e preço-alvo de R$ 21.
O JPMorgan continua enxergando a Sabesp porquê uma das teses mais atraentes sob sua cobertura, combinando três fatores: incremento consistente dos lucros, com taxa de incremento anual composta (CAGR) de 24% entre 2025 e 2028, opcionalidade de expansão por meio de novos leilões de saneamento e valuation considerado atrativo, com múltiplo de 12 vezes o lucro estimado para 2026.
Outrossim, sob a ótica de retorno interno, com TIR real de 10,2%, a Sabesp ainda negocia com um prêmio de risco supra da média do setor, um tanto que o banco considera injustificado diante da graduação da companhia, da qualidade da gestão e do perfil do negócio. O JPMorgan elevou o preço-alvo para 2026 a R$160 por ação, o que implica potencial de retorno totalidade de 18%, ao atualizar as projeções e reduzir o dispêndio de capital próprio em 100 pontos-base, para 9% em termos reais.
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