Lula indica Jorge Messias ao STF para a vaga de Barroso
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou, nesta quinta-feira (20), a indicação do atual Legisperito-Universal da União, Jorge Messias, para o missão de ministro do Supremo Tribunal Federalista (STF).
A escolha ocorre posteriormente a aposentadoria antecipada de Luís Roberto Barroso. O ex-presidente da Galanteio deixou o tribunal 12 anos antes da data limite, abrindo caminho para mais uma nomeação petista no Judiciário.
Messias, de 45 anos, chega com a perspectiva de um longo procuração. Pelas regras vigentes, ele poderá permanecer na Galanteio até 2055. Serão três décadas de influência direta nas decisões mais importantes do país.
O fator “Bessias” e a memória política
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A trajetória de Messias é marcada por um incidente duvidoso que o público conservador não esquece. Em 2016, durante o governo Dilma Rousseff, ele protagonizou o famoso caso do grampo telefônico.
Na ocasião, ele foi citado porquê “Bessias” em uma conversa interceptada entre Dilma e Lula. A manobra visava entregar um termo de posse a Lula para prometer mensalidade privilegiado e evitar a prisão na Lava Jato. Agora, o portador do documento está prestes a vestir a toga suprema.
A guerra no Senado e o papel de Alcolumbre
Apesar da vontade do Executivo, a nomeação não é automática. Messias precisa do aval de 41 dos 81 senadores. A chave desse processo está nas mãos de Davi Alcolumbre (União-AP), presidente da Percentagem de Constituição e Justiça (CCJ) e provável presidente do Senado.
Alcolumbre ditará o ritmo da sabatina. Ainda não há data definida para a estudo, o que pode gerar um vácuo de poder temporário na Galanteio. O Planalto já articula nos bastidores para evitar surpresas no plenário.
Pacheco preterido: a rota da flanco do STF
A escolha de Messias representa um revés para a atual elaboração do Supremo. Ministros influentes porquê Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes sinalizaram preferência pelo senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
Pacheco chegou a flertar publicamente com a vaga, mas foi deixado de lado por Lula. O presidente optou por um nome de sua estrita crédito pessoal e ideológica, ignorando as sugestões dos magistrados que, até portanto, eram aliados estratégicos.
Mesmo preterido, Pacheco adotou um tom diplomático. “Messias é um bom nome, muito muito pronto”, declarou o senador, mantendo a etiqueta política necessária para quem ainda preside o Congresso.
Meneamento aos evangélicos e estratégia de imagem
Cônscio da resistência que o nome de Messias enfrenta em setores conservadores, o governo agiu rápido. Logo posteriormente a saída de Barroso, o indicado participou de um encontro com lideranças evangélicas no Palácio do Planalto.
A reunião contou com a presença do pastor Samuel Ferreira, da Plenário de Deus Madureira. A fala, conduzida por Gleisi Hoffmann, tenta suavizar a imagem do AGU junto à base cristã. A entrega de uma Bíblia e orações pelo Executivo marcaram o encontro, em uma clara tentativa de reduzir danos de imagem.
Quem é Jorge Messias?
Procurador da Rancho Vernáculo de curso, Messias ocupou diversos cargos nas gestões petistas. Foi subchefe para Assuntos Jurídicos da Presidência e teve passagens pelos ministérios da Instrução e Ciência e Tecnologia.
Sua formação acadêmica inclui doutorado pela UnB e graduação pela UFPE. Todavia, sua qualificação técnica dificilmente será o foco dos debates. O que estará em jogo na sabatina é o seu alinhamento ideológico e o histórico de lealdade ao Partido dos Trabalhadores.
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