Uma denúncia grave envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista (STF), ganhou destaque nas redes sociais nesta semana, em seguida publicações feitas pela ex-juíza Ludmila Lins Grilo e pela jornalista Elisa Robson, ambas vivendo atualmente nos Estados Unidos.
Tudo começou quando Ludmila Lins Grilo afirmou, em suas redes, que pessoas ligadas a Elisa Robson teriam sido levadas à Polícia Federalista de Brasília, supostamente por ordem de Moraes, para prestar depoimentos sobre investigações conduzidas pela jornalista a reverência do ex-militar venezuelano Hugo Carvajal, publicado por suas ligações com o narcotráfico e o regime de Nicolás Maduro.
“Ela [Elisa Robson] disse que conhecidos seus do Brasil foram levados até a Polícia Federalista de Brasília, por ordem de Alexandre de Moraes, e foram insistentemente perguntados sobre as investigações dela sobre Carvajal, e também sobre o endereço dela nos EUA. Uma dessas pessoas teria sido torturada, ficando mais de oito horas sem chuva durante o prova”, escreveu Ludmila.
A jornalista Elisa Robson, em vídeo publicado nas redes sociais, afirmou que o ministro teria “torturado” uma pessoa próxima a ela para obter informações sobre sua localização e sobre suas apurações relacionadas a Carvajal.
“Eles diziam: ‘Se você não falar, vai ser presa!’ Ameaçavam o tempo todo”, declarou Elisa.
A publicação rapidamente se espalhou entre grupos políticos e perfis de oposição ao governo e ao STF. O deputado federalista Gustavo Gayer (PL-GO) afirmou que pretende acionar a Procuradoria-Universal da República (PGR) para investigar tanto as denúncias da jornalista quanto as supostas ações do ministro.
O que se sabe até agora
Até o momento, nenhuma poder brasileira confirmou oficialmente a existência de apurações na Polícia Federalista relacionadas ao caso citado pelas denunciantes.
As declarações circularam principalmente em redes sociais e sites alinhados à oposição, mas não há confirmação em veículos de grande prensa nem documentos públicos que sustentem as acusações.
O STF e o gabinete do ministro Alexandre de Moraes não se manifestaram sobre o caso até o momento da publicação desta reportagem.
Contexto: quem é Hugo Carvajal
O venezuelano Hugo Armando Carvajal Barrios, ex-chefe da lucidez militar de Hugo Chávez, é investigado internacionalmente por tráfico de drogas e lavagem de verba. Recluso na Espanha em 2021, Carvajal afirmou ter provas de conexões entre o narcotráfico e políticos latino-americanos — entre eles, segundo versões divulgadas por aliados da direita brasileira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o que nunca foi comprovado judicialmente.
A jornalista Elisa Robson alega ter sido a única repórter a entrevistá-lo, e afirma estar exilada nos Estados Unidos por segurança.
Próximos passos
A denúncia de Ludmila Lins Grilo e Elisa Robson ainda não gerou procedimentos oficiais conhecidos. Parlamentares da oposição, porém, prometem pressionar por uma investigação da Procuradoria-Universal da República.
Enquanto isso, o caso continua a nutrir debates acalorados nas redes sociais, refletindo o clima de polarização política no Brasil e a crescente suspicácia entre setores da sociedade e as instituições do Judiciário.
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