Post Views: 0
O comentarista política Ana Paulo Henkel revelou que o o gigante Wall Street Journal “acaba de publicar mais uma material importantíssima sobre a perseguição política contra Filipe Martins e a FALSA ENTRADA nos EUA”.
Eis o que diz a material:
CBP admite erro, mas continua evitando prestar contas no caso de Filipe Martins
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista do Brasil — um ferrenho opositor de Jair Bolsonaro e de sua equipe — pôde usar, nas palavras da CBP, o “registro equivocado para justificar o encarceramento de meses do sr. Martins”. Essa prisão fez segmento de um esforço de Moraes para pressionar membros do círculo íntimo do ex-presidente a término de condená-los, junto com seus assessores, por tramar um golpe de Estado contra seu sucessor, o presidente Luiz Inácio “Lula” da Silva.
Alguém dentro da CBP ou do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos, que supervisiona a escritório, merece crédito extra por expor essa farsa. A CBP diz que a investigação continua, e isso é bom, porque o trabalho ainda não acabou. O caso tem todos os indícios de infiltração estrangeira dentro da CBP. Mas o público não saberá até desvendar quem invadiu o sistema da escritório e inseriu o nome do sr. Martins com uma data de ingresso falsa na página de “histórico de viagens” do site, e mais tarde criou o registro lítico falso publicado uma vez que I-94. E também o porquê. Aliás, por que demorou tanto para emendar o registro I-94, e por que a página de “histórico de viagens” ainda não foi corrigida?
Bolsonaro perdeu a disputa pela reeleição em outubro de 2022. Antes e depois da votação, ele se queixou amargamente da falta de um processo para auditoria do sistema eletrônico de votação. Mesmo assim, ele voou para os EUA no término de dezembro de 2022, e assim renunciou voluntariamente ao função, não comparecendo à posse de Lula em 1º de janeiro de 2023.
Em 8 de janeiro de 2023, durante um protesto pró-Bolsonaro em Brasília, vândalos invadiram o Supremo Tribunal Federalista e o Congresso Vernáculo. Era um domingo; os prédios estavam vazios. Ainda assim, o ministro Moraes usou a invasão para acusar Bolsonaro de estar por trás de uma tentativa de derrubar Lula.
Para edificar seu caso, o ministro tentou transformar aliados de Bolsonaro em delatores. A maioria permaneceu leal. Recompensas provavelmente não funcionariam — mas a CBP entregou ao ministro uma arma.
Em 8 de fevereiro de 2024, Filipe Martins foi represado no Brasil. Nenhuma criminação havia sido formalizada. Para mantê-lo recluso, Moraes apontou para o nome de Martins na página de histórico de viagens da CBP, que indicava uma ingresso em Orlando, Flórida, em 30 de dezembro de 2022. Ele afirmou que, uma vez que não havia registro solene da saída de Martins do Brasil — uma vez que exige a lei —, isso provava que ele representava risco de fuga.
Martins afirma que Moraes precisava de uma justificativa para mantê-lo recluso, a término de coagi-lo a revelar sobre o suposto complô de Bolsonaro. Segundo ele, foi mantido em confinamento solitário, em uma cubículo sem janelas nem luz, por dez dias, de 23 de fevereiro a 4 de março. Ele foi libertado para prisão domiciliar posteriormente 183 dias e desde portanto está sob ordem de silêncio imposta pela Justiça. Foi indiciado em 22 de abril de 2025, culpado de participação no suposto golpe.
A página de histórico de viagens não é um documento lítico. Por isso, em abril de 2024, a advogada de Martins na Flórida, Ana Bárbara Schaffert, entrou em contato com a CBP pedindo uma reprodução do formulário I-94, que é emitido a todo estrangeiro não residente ao entrar nos EUA. Um funcionário da CBP em Orlando respondeu por e-mail que não havia nenhum I-94 para Martins em dezembro de 2022.
Um mês depois, um I-94 apareceu repentinamente. Era obviamente falso: o primeiro nome estava escrito incorretamente, o passaporte usado havia sido cancelado em 2021, e o tipo de visto estava inexacto. A advogada Schaffert contestou novamente a CBP em Orlando e apresentou documentos comprovando o erro — incluindo o e-mail original de Orlando informando que não havia I-94 para dezembro de 2022.
A CBP tentou encobrir o caso: corrigiu o erro de ortografia, o número do passaporte e o tipo de visto. Schaffert afirma que todas as tentativas posteriores de resolver o problema resultaram em enrolação.
Os advogados de Martins processaram o governo federalista norte-americano pedindo chegada aos registros da CBP que mostrariam quem inseriu o nome de Martins na página de histórico de viagens e quem criou o I-94 fraudulento. A CBP entregou os registros, mas ocultou os nomes dos funcionários envolvidos e as datas das inserções.
O caso está na tempo de invenção de provas (“discovery”). Enquanto isso, os americanos têm razão em perguntar o que a CBP está tentando esconder.”
Certamente, esse é o caso que mais atormenta o ministro Alexandre de Moraes.
Jornal da cidade








