Pesquisa PoderData revela que 48% dos brasileiros que conhecem o caso Master responsabilizam o governo Lula pelas irregularidades na instituição financeira
Por ContraFatos 08/06/2026 Atualizado em 08/06/2026
Levantamento revela que percepção de prevaricação também cresceu durante o terceiro procuração petista
Um levantamento do PoderData, divulgado nesta segunda-feira, 8, trouxe dados expressivos sobre uma vez que os brasileiros avaliam o caso Master e a responsabilidade do governo federalista no escândalo. Do totalidade de entrevistados que afirmaram saber o incidente, 48% apontam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) uma vez que responsável por ter permitido as irregularidades ligadas à instituição financeira.
Bolsonaro é assinalado por 32% dos entrevistados
Enquanto quase metade dos brasileiros direciona a culpa ao atual governo, outros 32% responsabilizam a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelas ilegalidades envolvendo o Banco Master. Os demais 20% declararam não saber identificar quem foi o principal responsável pelo caso.
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Mais da metade conhece o escândalo
A pesquisa indica que 54% dos entrevistados afirmam ter conhecimento sobre o caso Master. Por outro lado, 44% disseram não saber do que se trata o incidente. Exclusivamente 2% optaram por não responder à pergunta.
O Banco Master foi liquidado pelo Banco Mediano em novembro de 2025, posteriormente a constatação de graves irregularidades financeiras. O desdobramento levou à prisão de Daniel Vorcaro, ex-controlador da instituição. Lula chegou a receber Vorcaro no Palácio do Planalto, a pedido do ex-ministro da Quinta Guido Mantega.
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Percepção de prevaricação no terceiro procuração de Lula
O levantamento do PoderData também investigou uma vez que os eleitores percebem a prevaricação no país durante o terceiro procuração de Lula. Os resultados mostram que 47% dos entrevistados avaliam que a prevaricação aumentou desde o retorno do petista à Presidência da República. Esse percentual registrou uma oscilação de dois pontos para inferior em verificação com a pesquisa anterior, realizada em janeiro.
Na direção oposta, 21% consideram que a prevaricação diminuiu no período — índice que era de 18% no levantamento de janeiro. Outros 28% entendem que a situação permaneceu inalterada, e 5% não souberam opinar.
Metodologia da pesquisa
O PoderData ouviu 2,5 milénio pessoas entre os dias 30 de maio e 1º de junho. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de crédito de 95%.
Por não se tratar de uma pesquisa de intenções de voto, o levantamento não precisou ser registrado no Tribunal Superior Eleitoral.