O ministro da Justiça da Venezuela, Diosdado Cabello, respondeu às ameaças de interferência em seu país feitas dos Estados Unidos e afirmou que irá combatê-las com as “armas do povo” e, se for necessário, defenderá a pátria “até com os dentes”. Nessa quinta-feira (16/10), Cabello discursou para militares com um facão na mão, durante uma cerimônia em Carayaca, no estado de La Guaira.
O pronunciamento acontece em seguida Trump autorizar operações da Dependência Meão de Perceptibilidade (CIA) dos EUA em território venezuelano.
“Depois não vale pedir tempo. Porque, quem tenta entrar cá, sabe que vai enfrentar um camponês com um facão na mão em qualquer lugar, com um fuzil da pátria em qualquer esquina, porque hoje, as armas do povo, as tem o povo. As armas da região, as tem o nosso povo, para cuidar da pátria, de qualquer inimigo. Se chame porquê se chame, venha de onde venha”, afirmou o ministro.
As tensões entre Venezuela e EUA escalaram nas últimas semanas em seguida o governo norte-americano intensificar ofensivas navais em barcos considerados de “origem venezuelana” que transportavam drogas em direção aos EUA.
Os ataques deixaram ao menos 27 mortos, e, outrossim, há a autorização de “ações letais” da CIA no Caribe, com o objetivo de derrubar o regime de Maduro.
O governo venezuelano se mobiliza com exercícios militares na capital da Venezuela, Caracas. Nesta sexta-feira (17/10), Nicolás Maduro anunciou que foram oficialmente ativadas as zonas de resguardo integral de Mérida, Trujillo, Estado Lara e Jaracuí, o que significa o posicionamento do povo armado para prometer a segurança pátrio e a segurança regional. Até o momento, há 468 milicianos na espaço.
Cabello exaltou a soberania da Venezuela e estimulou a população para combater as ameaças externas. Ele diz que os venezuelanos são um povo humilde e trabalhador e que fariam tudo por paixão à pátria.
“De Carayaca, o povo camponês voto pronto para tutelar a pátria, a terreno e a revolução. Cá não há pavor nem rendição: há honra, consciência e paixão pela Venezuela”, destacou o ministro.
Monopólio de los Soles
A mudança na política norte-americana, onde organizações de tráfico internacional de drogas são considerados grupos terroristas, facilitou o prelúdios das operações próximas à costa venezuelanas.
O governo Trump acusa o presidente venezuelano de liderar o Monopólio de los Soles, partido de narcotraficantes e ordenou a mobilização naval com a justificativa de combater o tráfico marítimo.
Em agosto, o governo norte-americano anunciou o envio de navios e aeronaves militares para o Caribe, em uma espaço próxima à costa venezuelana. No percurso do tempo, o governo dos EUA iniciou um cerco militar no mar do Caribe, e enviou navios de guerra e caças F-35 para a região.
O governo norte-americano explicita a intenção de derrubar o regime ditatorial de Maduro e agora concede “autorização presidencial” que dá recta a amplos poderes à CIA para conduzir ações de perceptibilidade, inclusive “ações letais”, com o objetivo de enfraquecer o regime de Maduro.
Essas missões podem ser executadas isoladamente ou em conjunto com forças militares americanas no Caribe.
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