O governo federalista iniciou nesta segunda-feira (13) uma série de exonerações que atingem diretamente aliados de Gilberto Kassab, presidente do PSD, e de Ciro Nogueira, líder do PP. As demissões foram oficializadas em órgãos estratégicos porquê a Caixa Econômica Federalista, a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Pátrio (Iphan), o Departamento Pátrio de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e o Ministério da Lavoura.
Entre os cortes, o União Brasil também perdeu cargos importantes. O partido teve exonerados seus indicados nas superintendências do Iphan no Maranhão e da Codevasf na Bahia — postos considerados politicamente relevantes para o controle regional de obras e investimentos.
A movimentação ocorre em seguida o aval direto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a um “pente-fino” proposto pela ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. O objetivo da ofensiva é fortalecer o alinhamento político no Congresso Pátrio e prometer maior fidelidade da base nas votações decisivas, principalmente na reta final de 2025.
Apesar da vaga de cortes, aliados do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), seguem preservados. Um exemplo notável é o presidente da Caixa, Carlos Vieira Fernandes, que permanece no missão, indicando que o governo tem adotado uma estratégia seletiva nas exonerações, poupando figuras-chave para a governabilidade.
Nos bastidores, o movimento é interpretado porquê uma reorganização das forças políticas rumo às eleições municipais de 2026 e, principalmente, porquê uma preparação para o embate presidencial. O Planalto procura distanciar figuras que podem se alinhar com a oposição ou disputar espaço estratégico no próximo ciclo eleitoral.
Enquanto isso, outros eventos repercutem em Brasília: o Supremo Tribunal Federalista (STF) estaria articulando medidas que podem frustrar os planos eleitorais de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) para 2026, e um apagão registrado durante a madrugada desta segunda afetou vários estados do Brasil, aumentando a pressão sobre o governo.
A expectativa é de que novas exonerações ocorram nos próximos dias, ampliando o impacto político da reorganização administrativa em curso.
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