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PF mira sindicato de irmão de Lula em novidade temporada da Operação Sem Desconto
A Polícia Federalista deflagrou, nesta quinta-feira (9), mais uma temporada da Operação Sem Desconto, que apura fraudes bilionárias em descontos indevidos de benefícios do INSS. Entre os principais alvos está o Sindicato Pátrio dos Aposentados (Sindnapi) — cuja vice-presidência é ocupada por Frei Chico, irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
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A ação ocorreu em conjunto com a Controladoria-Universal da União (CGU) e procura aprofundar as investigações sobre o meandro de recursos que deveriam beneficiar aposentados e pensionistas. A suspeita é de que o sindicato teria colaborado com o esquema de cobranças irregulares, atingindo milhares de segurados.
O senador Carlos Viana (PL-MG), presidente da CPMI do INSS, afirmou em suas redes sociais que esteve pessoalmente com o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federalista (STF), para substanciar a urgência no cumprimento das prisões já aprovadas pela percentagem. Segundo Viana, a mensagem foi clara: “quem tem aviões, vistos e recursos para fugir do país não pode continuar rindo da Justiça”.
Justiça em movimento
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Poucas horas depois, a PF e a CGU deram início à novidade ofensiva, ampliando o alcance das investigações. A operação é vista uma vez que resultado direto da pressão da CPMI do INSS, que há meses vem reunindo provas, depoimentos e quebras de sigilo para expor a rede de prevaricação por trás dos descontos ilegais.
Para o senador, o progressão da operação confirma que o Congresso está cumprindo seu papel de fiscalizador, enfrentando a impunidade que marcou o país durante anos. “A CPMI não é espectadora, é protagonista na luta por justiça aos aposentados, viúvas e órfãos do Brasil”, declarou Viana.
O peso da lei
Com base nas provas reunidas pela percentagem, a Justiça começa a fechar o cerco sobre os envolvidos. A expectativa é de novas prisões e restituição dos valores desviados. “Quem debochou do Congresso agora sente o peso da lei”, destacou o senador.
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A operação também lança luz sobre a relação próxima entre figuras do atual governo e entidades investigadas, levantando questionamentos sobre a atuação política em órgãos que deveriam proteger os mais vulneráveis.
O Brasil exige respostas
O caso evidencia o eversão moral e institucional que o país enfrenta. Enquanto aposentados sofrem com benefícios reduzidos, grupos ligados a sindicatos e aliados políticos do governo são apontados uma vez que beneficiários de um sistema que há muito opera sem transparência.
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Carlos Viana concluiu dizendo que a luta por justiça continua. “Seguiremos firmes, com independência e coragem, até que cada real desviado seja devolvido e cada responsável punido”, afirmou.
Com o progressão da Operação Sem Desconto, cresce a expectativa de que a impunidade acabe e os culpados, independentemente de laços políticos, prestem contas à Justiça.
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