Em nota, a rede afirmou que “reavalia incessantemente a sua estrutura e operação, inclusive de lojas físicas, com a priorização de pontos de venda que estejam alinhados à sua estratégia”. Atualmente, a companhia possui 80 lojas no país, operando as bandeiras Fast Shop e M1, além de cinco unidades A2You, voltadas a produtos Apple.
De conciliação com informações do Times Brasil, confirmadas pelo Valor Econômico, os primeiros fechamentos atingirão lojas A2You nos shoppings Barigui (Curitiba), Aricanduva, Boulevard Tatuapé e Interlagos (São Paulo). Na sequência, serão encerradas as operações nos shoppings Iguatemi Salvador, M1 Itaquera (SP), M1 SP Market, SP Market e Rio Mar Fortaleza, além do meio de distribuição em Fortaleza. O último ciclo de cortes inclui as lojas do Barra Salvador e M1 Litoral Plaza, em Praia Grande (SP).
A crise da empresa se intensificou em agosto, quando o MP-SP revelou um esquema de liberação irregular de créditos de ICMS mediante pagamento de propina ao portanto superintendente de fiscalização da Secretaria da Rancho, Artur Silva Neto.
Para conduzir o processo de recuperação, a Fast Shop contratou Rodrigo Ogawa porquê CEO interino em setembro. Perito em gestão de crise, ele assumiu o comando com a missão de estabilizar a companhia.
A família Kakumoto, controladora da rede, firmou conciliação de não persecução penal com o MP-SP e se comprometeu em desembolsar murado de R$ 100 milhões em multa. O montante será quitado pelos executivos e sócios, sem impacto direto no caixa da empresa. Paralelamente, continuam as negociações para a quitação de dívidas fiscais e multas junto ao Fisco.
https://www.conexaopolitica.com.br/politica/mais-uma-gigante-do-varejo-encerra-centro-de-distribuicao-e-fecha-dezenas-de-lojas-em-meio-a-crise/ / Natividade/Créditos -> Conexao Politica








