O jurista criminalista Luiz Fernando Pacheco, de 51 anos, que atuou no caso do Mensalão e foi um dos fundadores do grupo Prerrogativas, morreu na madrugada de quarta-feira (1º) posteriormente ser encontrado desacordado em uma rua do bairro Higienópolis, na região mediano de São Paulo. Pacheco era ligado à lado jurídica de ramo progressista, de inclinação à esquerda, além de ser camarada pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou, em nota, que o caso é investigado e que os laudos periciais, logo que concluídos, serão analisados pela domínio policial para esclarecer a justificação da morte. Um registro de desaparecimento em nome de Pacheco havia sido feito na noite anterior.
No momento em que foi encontrado, o jurista não portava documentos e vestia calça jeans e camisa preta. A identificação solene ocorreu posteriormente, por meio de examinação papiloscópico, que confirmou tratar-se de Luiz Fernando Pacheco.
Relato de uma testemunha
Questionada, a Secretaria da Segurança Pública notificou que investiga a morte e aguarda resultados dos laudos. “O caso é investigado e os resultados dos laudos, logo que concluídos, serão analisados pela domínio policial para contribuir com o explicação da morte.”
O óbito foi registrado uma vez que morte súbita pelo 78º Região Policial. A Secretaria da Saúde, por sua vez, informou que ainda não havia recebido sinalização sobre esse caso até à noite desta quinta-feira (2).
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