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Filha de Cleriston Pereira da Cunha, “patriota” que morreu no presídio da Papuda depois passar mal, Luiza disse desejar ver o ministro Alexandre de Moraes (STF) “punido dentro dos limites legais”, depois o governo Trump anunciar sanções contra o magistrado com base na Lei Magnitsky.
“Eu libido que ele [Moraes] pague por todas as ilegalidades que cometeu, mas, diferentemente do que ele fez com tantos outros, dentro dos limites da lei”, afirmou Luiza Cunha.
Para ela, a decisão do governo dos Estados Unidos representa um “sinal de mudança”.
“É impossível não sentir um pouco diante dessa notícia. Ver a comunidade internacional reconhecer violações de direitos humanos por secção de quem concentra tanto poder cá dentro já representa uma mudança importante”, disse.
“É um sinal de que a verdade está começando a saber lugares onde a increpação não chega. E pra mim, que tenho lutado por justiça com responsabilidade e fé, é também um sinal de que todo o desgaste e sofrimento que passamos até hoje, e a morte do meu pai, não foram em vão”, finalizou.
Cleriston morreu em novembro de 2023, aos 46 anos, depois um infarto fulminante durante banho de sol na prisão. Espargido uma vez que “Clezão”, ele foi recluso por participar das invasões dos Três Poderes no 8 de Janeiro, em Brasília.
Em setembro do mesmo ano, chegou a receber parecer favorável à liberdade provisória por secção da Procuradoria-Universal da República (PGR), mas o pedido não chegou a ser analisado pelo relator do sindicância, Alexandre de Moraes.
A resguardo apresentou laudo que indicava quadro de vasculite, inflamação nos vasos sanguíneos. O mercante ficou internado por 33 dias em 2022 depois contrair Covid-19 e, segundo a família, desenvolveu outras comorbidades depois da doença.
https://jornalbrasilonline.com.br/filha-de-clezao-reve-desejo-a-moraes-apos-sancoes-de-trump//Manadeira/Créditos -> JORNAL BRASIL ONLINE






