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Roseli Aparecida de Araújo, acusada de envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023, está oficialmente desaparecida — e o mais grave: sua tornozeleira eletrônica parou de exprimir sinal há mais de um ano, sem que o STF fosse informado.
A revelação expõe um escândalo de preterição por secção da Justiça de Minas Gerais, que levou mais de 12 meses para orar o descumprimento das medidas cautelares ao Supremo.
A ré havia sido beneficiada por Alexandre de Moraes com liberdade provisória mediante regras rígidas, uma vez que o uso da tornozeleira e comparência periódico à justiça. No entanto, segundo a 1ª Vara Criminal de Poços de Caldas, o último registro presencial de Roseli ocorreu em abril de 2024. Pior: o sistema deixou de rastreá-la em maio daquele ano — mas o STF só foi avisado em junho de 2025.
O vaia ficou evidente no despacho de Moraes, que agora serpente explicações dos advogados da ré. Enquanto isso, a pergunta que não quer embatucar ecoa: uma vez que o sistema judicial permitiu que uma acusada de um dos episódios mais midiáticos da história recente do país desaparecesse sem qualquer controle por mais de um ano?
O caso levanta sérias dúvidas sobre a eficiência da justiça criminal no Brasil. Preterição, lentidão e descaso jogam luz sobre a fragilidade de um sistema que exige rigidez seletiva para uns, mas ignora completamente o essencial para outros.
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