O consumo de arroz integral tem sido promovido durante anos por profissionais de nutrição devido aos seus benefícios significativos para a saúde. No entanto, preocupações recentes sobre a provável presença de arsênico nesse tipo de grão estão gerando discussões sobre se o arroz integral continua sendo uma opção segura e superior frente ao arroz branco.
De tratado com um cláusula publicado pelo The Washington Post, essa controvérsia tem levado alguns a questionar seus hábitos alimentares, enquanto os especialistas em saúde continuam defendendo seu valor nutricional porquê secção de uma alimento equilibrada.
Arroz integral e seus benefícios
O arroz integral é evidenciado por seu cima texto em filamento, magnésio, potássio, ferro e vitaminas do multíplice B, nutrientes essenciais que não se encontram nas mesmas quantidades no arroz branco.
Segundo informou o The Washington Post, esse elemento está vinculado a problemas de saúde porquê o cancro e danos neurológicos, o que tem levado alguns a questionar os benefícios do arroz integral frente ao branco.
Os especialistas enfatizam que o arroz integral, apesar de ter níveis ligeiramente mais altos de arsênico em conferência com o arroz branco, não representa um risco significativo se consumido com moderação dentro de uma dieta variada.
Andrew Meharg, catedrático em ciências do solo da Universidade de Queen em Belfast, explica que “o arroz branco contém aproximadamente a metade de arsênico que o arroz integral devido ao processo de refinamento, onde se elimina o farelo e o semente do grão”. No entanto, Meharg esclarece que os benefícios nutricionais do arroz integral compensam amplamente esse inconveniente.
Em termos de cifras, um estudo recente liderado por investigadores da Universidade Estadual de Michigan analisou os níveis médios de arsênico em ambos os tipos de arroz. Esse estudo encontrou que o arroz integral apresentava níveis de arsênico de murado de 138 partes por bilhão, enquanto o arroz branco continha aproximadamente 93 partes por bilhão.
Ambos os resultados estão inferior do limite supremo recomendado de 350 partes por bilhão estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS). No entanto, não existem padrões oficiais emitidos pela Gestão de Provisões e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) para regular o teor de arsênico no arroz, embora tenham sido estabelecidas diretrizes mais estritas para outros víveres e a chuva.
Um dos principais grupos de preocupação identificados pelos especialistas são os bebês e crianças pequenas, assim porquê as mulheres grávidas. Margaret Karagas, professora de epidemiologia na Escola de Medicina Geisel de Dartmouth, assinalou que esses grupos são “mais vulneráveis devido ao desenvolvimento de seus cérebros e sistemas nervosos”.
A sugestão para essas populações é variar os cereais que consomem. Por exemplo, a Ateneu Americana de Pediatria recomenda evitar o uso restrito de cereais de arroz porquê primeiro maná para os bebês, sugerindo em seu lugar opções porquê purê de abacate, jerimum ou lentilhas.
Entre as estratégias para reduzir a exposição ao arsênico ao consumir arroz incluem-se métodos específicos de cocção. Meharg sugere remolhar o arroz durante 30 minutos, enxaguando-o posteriormente antes de cozinhá-lo em volumoso chuva fervente, similar ao método usado para a tamanho. Assim, grande secção do arsênico se elimina na chuva descartada posteriormente o processo. Um estudo de 2021, citado pelo The Washington Post, comprovou que essa técnica reduz significativamente o arsênico tanto no arroz integral quanto no branco.
Por outro lado, o debate sobre que tipo de arroz é mais oportuno vai além do arsênico e se centra nos valores nutricionais. O arroz branco, por ser processado, perde uma secção significativa de sua filamento e nutrientes, o que o converte em um maná mais amiláceo e de digestão mais rápida.
Isso pode ser lucrativo em casos porquê pessoas com afecções digestivas específicas, porquê a síndrome do tripa irritável. No entanto, em termos gerais, o arroz integral se considera a opção mais saudável devido ao seu maior teor em filamento, antioxidantes e vitaminas essenciais. Segundo Beth Czerwony, nutricionista do Meio de Nutrição Humana da Clínica Cleveland: “Para a população universal, o arroz integral é tão nutritivo que não há razão para evitá-lo”.
Um componente que também diferencia esses tipos de arroz é seu índice glicêmico (IG), que mede a rapidez com que os víveres aumentam os níveis de açúcar no sangue. Enquanto o arroz branco tem um IG saliente, de 73 ± 4, o arroz integral está classificado porquê um maná de IG médio, com 68 ± 4. Leste último é, portanto, uma melhor opção para quem procura controlar picos de açúcar no sangue, porquê as pessoas com diabetes.
Em palavras de Christian Scott, investigador da Universidade Estadual de Michigan: “O adulto médio necessitaria consumir mais de três porções diárias de arroz integral durante anos para aumentar seu risco de saúde relacionado com o arsênico”.
Para quem depende do arroz porquê base de sua dieta, implementar medidas simples porquê variar os grãos consumidos ou cozinhá-lo adequadamente pode marcar uma diferença significativa ao mitigar preocupações relacionadas com o arsênico. Segundo o Healthline: “Ambos os tipos de arroz podem formar secção de uma dieta saudável, sempre e quando se incluam em um padrão de alimento variada”.
Nascente/Créditos: Jornal Brasil
Créditos (Imagem de toga): Divulgação
https://www.aliadosbrasiloficial.com.br/noticia/arroz-integral-ou-branco-especialista-revela-qual-e-a-opcao-mais-saudavel/Nascente/Créditos -> Aliados Brasil Solene





