Governador de São Paulo reconheceu a vitória de Lula sobre Flávio Bolsonaro, criticou excessos do Judiciário e pediu uma oposição vigilante e unida no Congresso.
Por ContraFatos 27/10/2026 Atualizado em 27/10/2026
Governador de São Paulo criticou a interferência do Judiciário e o uso da máquina pública na campanha e defendeu uma oposição vigilante
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), reconheceu nesta terça-feira, 26, o resultado da eleição presidencial, que deu a vitória a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL). Em vídeo publicado nas redes sociais, ele disse que o país continua dividido, agradeceu ao coligado e defendeu a união da oposição para vistoriar o próximo governo.
Gratulação a Flávio e aos eleitores
Tarcísio agradeceu a Flávio Bolsonaro e também aos quase 60 milhões de brasileiros que votaram no candidato do PL. “Obrigado, Flávio, por caminhar com a gente, foi incrível essa jornada”, declarou.
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O governador afirmou que o resultado das urnas não encerra as demandas dos eleitores. “A eleição passou, mas não passou o libido de ministérios com nomes técnicos e sérios, de um país que não gaste mais com os juros da dívida do que com saneamento substancial, saúde e ensino”, afirmou.
Críticas ao Judiciário e ao uso da máquina pública
Tarcísio disse que o país segue “fraturado e dividido” e que esse cenário exige responsabilidade tanto do presidente eleito quanto da oposição. Ele também criticou o que classificou porquê excessos do Judiciário e uso da máquina pública durante a campanha.
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“Reconhecer o resultado não significa silenciar sobre os excessos”, declarou. “O uso da máquina, programas lançados fora do prazo, a interferência do Judiciário, tudo isso marcou esta eleição e precisa deixar lições.”
O governador mencionou ainda oscilações no mercado financeiro. Na avaliação dele, as promessas econômicas do próximo governo devem ser analisadas com rigor.
Pedido de unidade da direita para os próximos quatro anos
Ao falar dos próximos quatro anos, Tarcísio pediu unidade da direita e do Congresso Pátrio para vistoriar a gestão petista e cobrar responsabilidade fiscal.
“Agora é hora de unidade, de uma oposição vigilante que cobre responsabilidade fiscal, que proponha aquilo que melhora a vida das pessoas e que fiscalize de perto quem governa pelos próximos quatro anos”, afirmou.
Ele concluiu dizendo que o Congresso terá papel importante na pacificação do país e no funcionamento das instituições. Em São Paulo, afirmou, continuará trabalhando e priorizando a população que mais precisa.
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