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“Eu soube pela Soraya Thronicke, que disse que uma jornalista chamada Alessandra Medina, do Piauí, estava fazendo uma material. Eu conheço a Alessandra Medina e entrei em contato com a Alessandra Medina. A Alessandra Medina disse que tinha conversado com a pequena no shopping. E ela mantém isso”, detalhou o deputado.
Lindbergh revelou ainda que já tinha conhecimento do caso murado de 10 dias antes de reagir a uma provocação feita por Alfredo Gaspar, que o chamou de “lindinho” — codinome encontrado nas planilhas da empreiteira Odebrecht para registrar repasses de propina.
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O prova que colocou a delação em xeque
O cenário se complicou para Lindbergh Farias em seguida um prova prestado à Polícia Legislativa da Câmara por Luiz Antônio Lopes. Nesse relato, Lopes alegou que uma mulher teria sido paga para declarar a uma repórter que foi vítima de estupro cometido por Gaspar quando ela tinha 13 anos. Do suposto delito teria nascido uma moço, hoje com 8 anos de idade.
Essa revelação abriu caminho para que a oposição tratasse o incidente uma vez que fraude. O termo foi utilizado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para descartar qualquer possibilidade de substituição do candidato a vice-presidente em sua placa.
Lindbergh desqualifica prova e acusa armação reversa
Posteriormente a divulgação do prova de Lopes, Lindbergh passou a desqualificar o relato. Na visão do deputado petista, o próprio prova seria uma armação destinada a combater sua credibilidade. Ou seja, agora o parlamentar procura inverter a narrativa e se colocar uma vez que vítima, tentando transferir a responsabilidade pela delação para Soraya Thronicke e a jornalista.
“Foi o Gaspar que levou esse Luiz Antônio Lopes para depor na Polícia Legislativa. E alguém na Câmara autorizou. E mandou esse prova pro STF. A Polícia Legislativa não tem essa atribuição. Não me escutaram. Era uma vez que se quisessem resolver o tópico a partir do prova desse picareta”, completou Lindbergh.
Caso já está no STF e na Polícia Federalista
O ministro do Supremo Tribunal Federalista (STF) Gilmar Mendes solicitou esclarecimentos sobre o incidente depois que o caso foi guiado à jurisdição da Polícia Federalista (PF). A movimentação indica que a investigação ganhou dimensão institucional maior, com possíveis desdobramentos para todos os envolvidos — incluindo aqueles que agora tentam se distanciar do núcleo da polêmica.
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https://www.contrafatos.com.br/lindbergh-farias-tenta-transferir-responsabilidade-a-soraya-thronicke-e-se-eximir-de-falsa-acusacao-contra-alfredo-gaspar//Natividade/Créditos -> CONTRA FATOS
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