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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mencionou nesta quinta-feira (16) um relatório elaborado pela CIA, que fala sobre o serviço de perceptibilidade do regime venezuelano para manipular resultados eleitorais por meio de sistemas eletrônicos de votação.
O documento foi autorizado pelo diretor da sucursal, John Ratcliffe, em 1º de julho, e divulgado durante um oração em horário superior transmitido da Vivenda Branca. Trump usou o relatório para sustentar suas alegações de que as eleições americanas de 2020 também teriam sido fraudadas. “Existia um complot específico para propiciar enormemente ao corrupto regime da Venezuela”, afirmou.
O que diz o relatório
O documento da CIA detalha porquê os governos de Hugo Chávez e Nicolás Maduro desenvolveram capacidades para manipular sistemas de votação eletrônica entre 2004 e 2020. Entre os casos citados, o relatório aponta que nas eleições de 2012 os serviços de perceptibilidade de Chávez, incluindo o DGCIM e o SEBIN, teriam colaborado com o Parecer Vernáculo Eleitoral e a empresa Smartmatic para implantar máquinas adulteradas em murado de 300 centros de votação em redutos chavistas, com o objetivo de prometer uma vitória por murado de 1,5 milhão de votos.
O informe também detalha um projecto de setembro de 2020 para manipular as eleições da Parlamento Vernáculo, no qual máquinas virtuais substituiriam votos legítimos por votos manipulados mantendo a ar de votos reais. A Smartmatic cessou as operações na Venezuela em 2018, depois acusar publicamente o governo Maduro de inflar a participação eleitoral em mais de um milhão de votos nas eleições legislativas de 2017.
Uso político
Trump aproveitou o oração para traçar um paralelo direto entre a Venezuela e os Estados Unidos. “A eleição de Maduro foi uma vergonha, assim porquê a minha eleição foi uma vergonha. 2020 foi uma vergonha”, afirmou o presidente em enunciação à Fox News, comparando o caso venezuelano à sua roteiro para Joe Biden.
Esquerda em alerta
O proclamação de Trump pegou de surpresa a renque de esquerda na América Latina, num momento em que a região acumula derrotas eleitorais consecutivas para a direita, de Milei na Argentina a Espriella na Colômbia, justamente durante o período em que Trump está no poder. O temor nos bastidores progressistas vai além da Venezuela. Há preocupação de que as alegações sobre fraude em máquinas de votação eletrônica possam, em qualquer momento, ser instrumentalizadas contra outros países onde a esquerda governa ou tem base eleitoral relevante, incluindo Argentina e Brasil.
Mesmo com Javier Milei com subida popularidade no país vizinho, o kirchnerismo ainda é uma força organizada, e outros países da região com histórico de polarização eleitoral também estão no radar dessa preocupação.
https://www.conexaopolitica.com.br/internacional/trump-pega-liderancas-de-esquerda-da-america-latina-de-surpresa-e-coloca-governos-sob-alerta//Nascente/Créditos -> CONEXÃO POLÍTICA
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