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O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federalista (STF), determinou nesta terça-feira (8/9) a soltura de Samuel Chrisostomo do Bomfim Junior, indicado uma vez que operador financeiro da Conafer. Na mesma série de decisões, o magistrado ordenou a retirada das tornozeleiras eletrônicas utilizadas por outros três investigados.
As quatro decisões foram assinadas por Mendonça nesta terça-feira. No caso de Samuel, porém, a substituição da prisão por uma medida menos severa foi acompanhada da obrigação de utilizar tornozeleira eletrônica, mantendo o monitoramento judicial sobre o investigado.
As demais determinações envolvem pessoas investigadas na Operação Sem Desconto, da Polícia Federalista, que já estavam submetidas ao monitoramento eletrônico. Entre elas está Pedro Alves Corrêa Neto, servidor do Ministério da Lavra, que não precisará mais utilizar o equipamento.
Também foram beneficiados pela decisão o ex-presidente do Instituto Vernáculo do Seguro Social (INSS) José Carlos Oliveira, identificado ainda uma vez que Ahmed Mohamad Oliveira Andrade, e Gilmar Stelo, indicado uma vez que operador jurídico e financeiro do ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto. Para os dois, também foi determinada a retirada das tornozeleiras.
Progresso da investigação
Segundo o entendimento apresentado por Mendonça, o estágio atual das apurações conduzidas pela Polícia Federalista (PF) reduziu a urgência de manutenção das medidas cautelares consideradas mais rigorosas. O ministro avaliou que, diante do progresso da investigação, não haveria mais a mesma urgência de manter o monitoramento eletrônico dos quatro investigados.
Mendonça também destacou que as diligências anteriores à elaboração do relatório final da investigação já foram concluídas. Com essa lanço superada, as medidas impostas aos investigados puderam ser parcialmente flexibilizadas.
As decisões, no entanto, não representam o término das restrições judiciais. Mesmo sem a tornozeleira, os quatro permanecem submetidos a outras determinações estabelecidas pelo ministro.
Restrições continuam
Os investigados continuam proibidos de manter contato com outras pessoas branco das apurações e com testemunhas. Também permanece vedada a frequência a entidades associativas com as quais tenham mantido vínculo.
Aliás, seguem impedidos de acessar unidades do INSS e da Dataprev, muito uma vez que de deixar o Brasil. Dessa forma, a decisão de Mendonça reduz algumas das medidas cautelares, mas preserva restrições consideradas necessárias para evitar possíveis interferências no curso da investigação.
Jornal da cidade
https://jornalbrasilonline.com.br/mendonca-manda-soltar-preso-e-revoga-tornozeleiras-de-tres-alvos-de-operacao-da-pf//Manancial/Créditos -> JORNAL DO BRASIL ONLINE
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