André Mendonça vota para manter prisão de ex-presidente do BRB no caso Master
O ministro André Mendonça, relator do caso Master no Supremo Tribunal Federalista, votou para manter a prisão preventiva do ex-presidente do Banco de Brasília Paulo Henrique Costa e do legista Daniel Monteiro. Os dois foram presos em 16 de abril, durante a quarta tempo da Operação Compliance, autorizada pelo próprio ministro.
O referendo da decisão cautelar está em estudo na Segunda Turma do STF. O julgamento foi franco às 11h desta terça-feira, 22 de abril de 2026, e segue até 23h59 de sexta-feira, 24. Além de Mendonça, integram o colegiado os ministros Nunes Marques, Luiz Fux, Gilmar Mendes e Dias Toffoli.
No voto já disponibilizado no processo, André Mendonça reafirmou o entendimento adotado ao prescrever as prisões. O ministro indicou que mantém, na íntegra, a fundamentação da decisão cautelar que autorizou as medidas contra os investigados.
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Paulo Henrique Costa foi impedido em Brasília e permanece no Multíplice Penitenciário da Papuda. De pacto com as investigações apresentadas ao STF, há suspeita de que ele tenha recebido seis imóveis de eminente padrão, avaliados em muro de R$ 140 milhões, em operação que teria relação com a obtenção de ativos do Banco Master pelo BRB.
Daniel Monteiro também foi recluso na mesma tempo da Operação Compliance. Segundo a apuração, ele teria atuado porquê intermediário entre Paulo Henrique Costa e uma corretora de imóveis. Ambos são investigados por suspeitas de devassidão, lavagem de moeda, infrações financeiras e participação em organização criminosa.
A situação de Dias Toffoli também labareda atenção dentro do caso. O ministro se declarou suspeito, por motivo de pensão íntimo, para processos relacionados ao Master. Em razão disso, a expectativa é que ele não participe desta estudo na Segunda Turma. Até o momento, não havia sintoma dele nos autos desse julgamento.
A suspeição de Toffoli ocorreu em seguida o progressão das apurações envolvendo o Banco Master. Antes disso, o ministro havia sido citado em reportagens sobre relações indiretas com empresas ligadas ao grupo investigado, o que ampliou a pressão sobre sua permanência em processos desse núcleo.
O caso segue sob monitoramento no STF e pode ampliar a pressão política e institucional em torno das investigações sobre as operações entre BRB e Banco Master, principalmente diante da sisudez das suspeitas apresentadas pela Polícia Federa
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