Esposa de Lula classifica plataformas digitais porquê ‘quinto poder’ em evento na Espanha
Durante sua participação na 1ª Mobilização Progressista Global, realizada em Barcelona na última sexta-feira (17), a primeira-dama Janja da Silva voltou a tutorar a urgência de regulação das redes sociais. Em seu exposição, ela alegou que a pouquidade de controles sobre as plataformas digitais contribui diretamente para morte de mulheres.
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A esposa do presidente Lula da Silva argumentou que o campo progressista deveria tratar diariamente da questão das big techs. ‘A gente vive um momento em que qualquer um faz um exposição de ódio contra uma mulher na internet, na sua rede social, e fica por isso mesmo. E isso tem levado à morte de muitas mulheres e de muitas meninas também’, declarou durante o evento.
Plataformas digitais classificadas porquê poder superior
Em suas declarações, Janja caracterizou as redes sociais porquê um ‘quinto poder’, estabelecendo-as porquê uma força que opera ‘supra de todos os outros’ poderes. Esta classificação vai além da tradicional denominação da prelo porquê ‘quarto poder’, sugerindo que as plataformas digitais exercem influência ainda maior.
As falas da primeira-dama foram gravadas e posteriormente divulgadas através de suas redes sociais. Embora seu meio tenha aproximação restrito exclusivamente a seguidores, o teor rapidamente se espalhou por outras plataformas.
Campanha pela regulação do dedo não é novidade
Esta não representa a primeira ocasião em que a primeira-dama manifesta espeque à tramitação acelerada de projetos legislativos destinados ao controle das plataformas digitais. O tema ganhou relevância vernáculo em seguida as denúncias sobre adultização infantil apresentadas pelo youtuber Felipe Bressanim Pereira, divulgado pelo nome Felca.
Anteriormente, Janja já havia revelado publicamente que diversas iniciativas governamentais nascem de diálogos com o presidente Lula da Silva, incluindo propostas específicas para o combate ao feminicídio.
Estratégia eleitoral por trás do exposição
Especialistas políticos e membros da oposição interpretam o exposição em obséquio da regulação das redes sociais porquê segmento de uma estratégia eleitoral mais ampla. A estudo sugere que o PT reconhece internamente suas limitações no envolvente da notícia do dedo.
Segundo esta versão, o partido utiliza o argumento regulatório porquê justificativa para, com espeque do Poder Judiciário, implementar medidas de repreensão contra adversários políticos. Esta tese ganha força quando observado o histórico de punições aplicadas a líderes conservadores desde as eleições presidenciais de 2022.
A disputa eleitoral entre Lula da Silva e Jair Bolsonaro marcou o início de um período em que diversos representantes do campo conservador enfrentaram sanções judiciais, frequentemente justificadas pela alegada disseminação de fake news.
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