Sentença rigorosa aplicada para desencorajar tráfico de vida selvagem
A Justiça queniana determinou nesta quarta-feira a pena de Zhang Kequn, cidadão chinês que tentou transportar ilegalmente milhares de formigas vivas do Quênia. O tribunal de Nairóbi fixou pena de um ano de prisão, complementada por multa no valor de um milhão de xelins quenianos (equivalente a US$ 7.737).
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O caso ganhou destaque posteriormente Zhang ser flagrado no Aeroporto Internacional Jomo Kenyatta carregando em sua bagagem mais de 2.200 exemplares de formigas de jardim ainda vivas. A operação de contrabando utilizava métodos peculiares: muro de 300 dos insetos foram descobertos ocultos dentro de rolos de papel higiênico, enquanto outros 1.948 espécimes estavam acondicionados em pequenos tubos.
Fuga frustrada e recaptura do denunciado
Posteriormente a invenção inicial, Zhang conseguiu evadir temporariamente das autoridades aeroportuárias utilizando documentação falsificada. Porém, sua liberdade durou pouco tempo – as forças policiais logo o recapturaram e formalizaram as acusações por tráfico de vida selvagem sem as devidas autorizações legais.
Charles Mwangi, o queniano identificado uma vez que fornecedor das formigas para Zhang, também enfrenta processo judicial sob alegado de conspiração. Enquanto Zhang alterou sua enunciação inicial para se declarar culpado, Mwangi mantém posição de inocência, com seu caso ainda tramitando na Justiça.
Mercado internacional movimenta milhares de dólares
A magistrada Irene Gichobi, responsável pela sentença de Zhang, justificou a severidade da punição uma vez que medida preventiva contra o crescente problema do tráfico de formigas no país africano. Segundo ela, casos uma vez que nascente estão se multiplicando, exigindo resposta firme do sistema judicial.
O interesse internacional por colônias de formigas exóticas alimenta um mercado lucrativo. Compradores da China, Europa e Estados Unidos demonstram disposição para remunerar quantias significativas por esses insetos, que posteriormente são mantidos em recipientes transparentes conhecidos uma vez que formicários.
“Esses insetos constroem colônias muito interessantes. Algumas pessoas acham esse processo muito fascinante, emocionante e jocoso. Eles se divertem com isso”, explicou Edit Kabesiime, gerente de campanha de vida selvagem da World Bicho Protection.
Espécie transportada possui basta valor mercantil
Zhang transportava especificamente exemplares da espécie Messor cephalotes, reconhecida por seu valor fabuloso no mercado de animais exóticos. Especialistas estimam que as formigas apreendidas com o chinês alcançariam milhares de dólares se comercializadas internacionalmente.
Durante a audiência de sentenciamento, a magistrada Gichobi expressou insatisfação com a postura do réu. Ela o caracterizou uma vez que “não uma pessoa inteiramente honesta” e observou sua falta de compunção genuíno. Inicialmente, os advogados de resguardo alegaram ignorância sobre violações legais, argumento posteriormente posposto quando Zhang mudou sua enunciação.
Impactos ambientais preocupam autoridades
“Observando os casos crescentes e em subida de negociação em grandes quantidades de formigas de jardim e os efeitos colaterais ecológicos negativos da colheita massiva, há premência de um impedimento rígido”, declarou Gichobi durante o julgamento.
Especialistas quenianos em vida selvagem manifestam preocupação crescente com nascente tipo de atividade ilícito. Eles argumentam que o transacção de formigas exóticas “prejudica os direitos soberanos do Quênia sobre sua biodiversidade” e também “priva comunidades locais e instituições de pesquisa de benefícios ecológicos e econômicos potenciais”.
A situação se torna ainda mais grave quando traficantes direcionam esforços para tomar formigas rainhas. A privação desses exemplares fundamentais compromete seriamente a sobrevivência de vastas colônias, elementos essenciais para o estabilidade do ecossistema da savana queniana.
As investigações revelaram que Mwangi, além do caso envolvendo Zhang, teria comercializado formigas para outros três compradores, demonstrando a amplitude desta rede de tráfico ilícito no território queniano.
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