O ministro do Supremo Tribunal Federalista (STF), André Mendonça, determinou a instauração de um interrogatório policial para investigar a divulgação de informações sigilosas envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro. Os dados, que vieram a público posteriormente a quebra de sigilo do empresário, estavam em poder da Percentagem Parlamentar Mista de Interrogatório (CPMI).
A medida atende a uma solicitação feita pela resguardo do banqueiro. Em sua decisão, no entanto, Mendonça destacou uma restrição lítico para a apuração: o ministro determinou que o sigilo da natividade jornalística, que é uma garantia prevista na Constituição, deve ser integralmente preservado durante as investigações.
Repercussão
A decisão que blinda os profissionais de prensa repercutiu entre jornalistas e analistas políticos. O jornalista Cláudio Dantas utilizou o incidente para traçar um paralelo crítico entre a postura de Mendonça e a de seu colega de Golpe, o ministro Alexandre de Moraes.
Em sua reparo, Dantas declarou:
“Moraes persegue, increpação e tutela a prensa. Mendonça garante sua totalidade liberdade de ação, fiscalização, sentença e sátira. Moraes quer investigar jornalista para desenredar suas fontes. Mendonça exalta o sigilo constitucional. A diferença é abissal, constrangedora e pedagógica.”
A Polícia Federalista deve conduzir a investigação para identificar os responsáveis pelo vazamento do material que estava com a CPMI, respeitando as balizas constitucionais reforçadas pelo ministro.
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