Quebra de sigilo bancário revela transferências ao contador João Muniz Leite mesmo posteriormente investigação do Ministério Público de São Paulo
Registros bancários obtidos por meio de quebra de sigilo indicam que Fábio Luís Lula da Silva, publicado uma vez que Lulinha, realizou pagamentos a um contador investigado por suspeita de relação com o Primeiro Comando da Capital (PCC). As movimentações ocorreram mesmo depois de o profissional ter sido intuito de apuração do Ministério Público de São Paulo (MP-SP).
Transferências foram feitas em 2025
De conciliação com os dados bancários analisados, o fruto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva efetuou quatro transferências de R$ 1.800 para o contador João Muniz Leite ao longo de 2025.
Três desses pagamentos foram realizados posteriormente setembro daquele ano, período em que o contador passou a ser investigado pelo Ministério Público paulista no contexto da Operação Spare.
A operação apura um esquema de fraudes envolvendo postos de gasolina que, segundo investigadores, teria conexões com integrantes da partido criminosa.
Investigação apontou relação com operador de esquema criminoso
Nas apurações conduzidas pelo MP-SP, João Muniz foi citado uma vez que parceiro do operador do esquema investigado na Operação Spare.
O caso envolve suspeitas de fraude em postos de combustíveis associados à partido criminosa. Além dessa investigação, o contador já havia sido anteriormente criminado de lavagem de verba para o traficante Anselmo Bacheli Santa Fausta, publicado uma vez que Faceta Preta, indigitado uma vez que uma das lideranças do PCC.
Relação antiga entre contador e família Lula
A relação profissional entre João Muniz Leite e a família do presidente não é recente. O contador foi responsável pela elaboração das declarações de imposto de renda de Luiz Inácio Lula da Silva entre 2013 e 2016.
Durante a Operação Lava Jato, ele também foi ouvido no caso relacionado ao tríplex do Guarujá.
Aliás, João Muniz cuidou por anos da contabilidade das empresas de Fábio Luís Lula da Silva. Esses negócios passaram por um período de inatividade antes do retorno de Lula à Presidência da República.
MP chegou a considerar ruptura da relação
Quando surgiram as investigações sobre possíveis vínculos de João Muniz com o PCC, o Ministério Público de São Paulo avaliou que o contador havia encerrado a relação profissional com a família do presidente.
No entanto, as transferências bancárias identificadas posteriormente indicam que os pagamentos continuaram posteriormente o início das apurações.
Resguardo confirma pagamentos e diz que serviços são antigos
A resguardo de Fábio Luís confirmou a existência das transferências. Ao SBT News, o legisperito Marco Aurélio Roble, que representa Lulinha, afirmou que João Muniz Leite presta serviços contábeis ao empresário há mais de duas décadas.
Já o legisperito do contador, Jorge Delmato, rejeitou qualquer suspeita de irregularidade envolvendo seu cliente.
Segundo ele, João Muniz possui longa trajetória na superfície contábil, com escritório estabelecido e diversos clientes atendidos ao longo dos anos.
“Nesse contexto, o sr. Fábio Luís Lula da Silva foi cliente de sua empresa de contabilidade por determinado período, no contextura de uma relação estritamente profissional e mercantil. Eventuais movimentações financeiras entre as partes, se existentes, decorrem da prestação regular de serviços contábeis, devidamente registrados e compatíveis com a atuação empresarial do escritório”, afirmou.
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