Enunciação foi feita posteriormente revelação de mensagens entre o magistrado e o banqueiro Daniel Vorcaro
O ex-procurador da República e ex-deputado federalista Deltan Dallagnol afirmou nesta sexta-feira (6) que Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federalista (STF), poderia enfrentar medidas judiciais severas caso não ocupasse o incumbência na Incisão.
A sintoma foi publicada por Dallagnol na rede social X e ocorreu posteriormente a divulgação, pelo jornal O Orbe, de mensagens trocadas entre Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master.
Enunciação de Deltan nas redes sociais
Em sua publicação, o ex-procurador fez críticas diretas ao ministro do STF e comentou as suspeitas levantadas posteriormente a revelação das conversas.
“GRAVÍSSIMO: se não fosse ministro, Moraes sofreria buscas e possivelmente seria recluso por indícios de prevaricação e obstrução de investigação de organização criminosa.
O contrato era com a esposa, mas só saem mensagens de Vorcaro com Moraes. E elas sugerem tentativa de obstruir investigações por meio da atuação do ministro.
Os prints de Vorcaro gritam tá por ajuda no dia da prisão. E são correspondidos com respostas secretas que dão sequência à conversa.
Moraes mentiu e negou as mensagens. Ele apagava os registros. Tudo só agrava a situação toda. Não explicou o contrato, os contatos, os encontros, os 129 milhões.
Qualquer procurador ou juiz com experiência em grandes investigações teria a mesma suspeita neste caso: prevaricação e obstrução.
Não há porquê negar que temos, pela primeira vez, Moraes sendo investigado no Supremo. O reconhecimento solene disso, que não sabemos se virá, virou pormenor.
A Moraes, porquê a todos, cabe presunção de inocência. Mas a Moraes, porquê a todos, cabe a lei, a investigação, o encolhimento do incumbência diante da sisudez dos fatos.
A preterição do Senado está se tornando um escândalo tão escandaloso quanto o próprio escândalo envolvendo Moraes.”
Mensagens entre Moraes e o banqueiro
Segundo informações reveladas a partir de dados apreendidos no celular de Daniel Vorcaro, o banqueiro teria mantido notícia direta com Alexandre de Moraes sobre assuntos relacionados ao Banco Master.
As conversas indicariam que Vorcaro prestava informações ao ministro sobre negociações envolvendo a venda da instituição financeira.
Ou por outra, os registros também sugerem que o banqueiro teria discutido com o magistrado detalhes de um interrogatório sigiloso que tramitava na Justiça Federalista de Brasília, investigação que acabou resultando na prisão de Vorcaro.
Troca de mensagens ocorreu no dia da prisão
De contrato com os dados analisados, Moraes e Vorcaro trocaram diversas mensagens em 17 de novembro de 2025, data em que ocorreu a primeira prisão do banqueiro.
A investigação aponta ainda que os dois teriam utilizado um método incomum de notícia para evitar que as mensagens ficassem registradas de forma direta nos aplicativos.
Estratégia para ocultar conversas
Conforme a apuração, o teor das conversas era escrito nos blocos de notas dos celulares. Em seguida, os interlocutores faziam capturas de tela (prints) e enviavam as imagens.
Essas mensagens eram encaminhadas com visualização única, mecanismo que faz com que o registo desapareça posteriormente ser desobstruído pelo destinatário.
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