Instituições de Augusto Lima tiveram situação financeira comprometida e descumpriram normas, diz BC
O Banco Meão do Brasil decretou, nesta quarta-feira (18), a liquidação extrajudicial do Banco Pleno S.A. e submeteu a Pleno Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. a regime privativo. As duas instituições integram o conglomerado prudencial Pleno.
As empresas são controladas por Augusto Ferreira Lima, ex-sócio e ex-CEO do Banco Master. A instituição financeira ligada ao banqueiro Daniel Vorcaro havia sido liquidada em novembro do ano pretérito posteriormente fraudes estimadas em R$ 12,2 bilhões, incidente que levou à prisão do empresário.
Motivos da liquidação
De congraçamento com o BC, a medida foi adotada diante do comprometimento da situação econômico-financeira do conglomerado Pleno, com deterioração da liquidez, além de infrações às normas que regulam o setor e descumprimento de determinações da poder monetária.
Em transmitido solene, o órgão informou: “O Banco Meão continuará tomando todas as medidas cabíveis para apurar as responsabilidades nos termos de suas competências legais. O resultado das apurações poderá levar à emprego de medidas sancionadoras de caráter administrativo e a comunicações às autoridades competentes, observadas as disposições legais aplicáveis. Nos termos da lei, ficam indisponíveis os bens dos controladores e dos administradores da instituição objeto da liquidação decretada”.
Impacto no sistema financeiro
Segundo o Banco Meão, o conglomerado Pleno é classificado uma vez que instituição de pequeno porte, enquadrada no segmento S4 da regulação prudencial. O Banco Pleno é a instituição líder do grupo.
O BC destacou que o conglomerado representa 0,04% do ativo totalidade e 0,05% das captações totais do Sistema Financeiro Vernáculo (SFN), o que indica impacto restringido sobre o sistema financeiro.
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