Em pronunciamento firme, Dom Adair condena elites políticas, enriquecimento ilícito e alerta contra ideologias comunistas
O pontífice da Diocese de Formosa (GO), Dom Adair José Guimarães, fez críticas contundentes ao cenário político brasílico, à depravação sistêmica e ao modo porquê instituições públicas vêm operando, durante um pronunciamento feito neste domingo (8). Sem reportar nomes diretamente, o pontífice condenou líderes que, segundo ele, fazem discursos sobre justiça social, mas ao mesmo tempo ignoram o sofrimento da população pobre enquanto mantêm estruturas corruptas no Estado, com envolvimento de parlamentares e até ministros do Supremo Tribunal Federalista (STF).
Pronunciamento público e críticas à escol política
A sintoma foi publicada por meio de vídeo em seu ducto no YouTube, onde o pontífice costuma se pronunciar com frequência sobre moral, política, valores cristãos e crise institucional enfrentada pelo Brasil.
Durante a fala, Dom Adair destacou que muitos defensores do lema “sem anistia” não têm consciência da verdade de pessoas que estão presas injustamente e que vivem sem chegada a garantias fundamentais. Para ele, setores da escol política e influenciadores utilizam temas porquê pobreza e direitos humanos exclusivamente porquê oração retórico, sem compromisso real com essas causas.
“Tem muita gente falando ‘sem anistia’. Gente que não conhece os sofrimentos dos pobres, dos que são presos injustamente. Tem muita gente falando de pobreza, mas que não vive zero dela”, afirmou o pontífice.
Enriquecimento ilícito de autoridades e ramal de recursos públicos
Dom Adair também criticou o acúmulo de riqueza por segmento de autoridades públicas, mencionando escândalos envolvendo propina, lavagem de verba e uso do sistema bancário para atividades ilícitas.
“Basta olhar para nossos mandatários: arquimilionários, banco sendo usado para propina. Nunca vi tanta depravação nesta República, neste governo. Envolvendo também ministros do Supremo, da Mansão, das leis, do nosso Parlamento.”
Crise moral e o papel da fé cristã
Segundo o pontífice, a pouquidade de valores cristãos está diretamente ligada à atual crise moral e política do país. Ele afirma que a fé precisa ser expressa por meio de ações concretas voltadas ao muito geral, e que o luxo financiado com recursos públicos é uma ofensa à honra humana e à justiça social.
“Bilhões são roubados, festas caríssimas, vinhos requintados — coisas que a gente nem imagina. E essa gente, às custas do verba do povo, dos pobres, continua aí.”
Pena à ostentação e símbolos de poder
Em tom mais severo, o pontífice condenou o uso de símbolos de poder, prestígio e ostentação por segmento de figuras públicas, que segundo ele servem exclusivamente a interesses pessoais, sem qualquer vínculo com os reais problemas da população.
“Esse perfume caríssimo dessa gente se tornará carniça na pena do inferno, infelizmente.”
Posição firme contra o comunismo em prece pública
Dom Adair já havia se engrandecido anteriormente, em agosto de 2025, ao reprovar o coletivismo marxista e o comunismo durante o evento religioso Desperta Brasil, realizado em Brasília. Na ocasião, o pontífice fez uma prece pedindo a intercessão de Nossa Senhora Aparecida para proteger o país dessas ideologias, que, segundo ele, são incompatíveis com a liberdade e a honra humana.
“Pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida, venha sobre vós a bênção que nos impede de ter lazeira, guerra, doença e comunismo”, declarou.
Igreja Católica e os princípios da honra humana
O Catecismo da Igreja Católica também repudia quaisquer sistemas políticos ou sociais que contrariem a liberdade individual, o recta à propriedade privada e os princípios fundamentais da honra da pessoa humana — fundamentos centrais nos debates atuais sobre política no Brasil.
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