Direita soma 63,3% dos votos e André Ventura aparece competitivo na disputa final
Com 99% dos votos apurados, a eleição presidencial em Portugal caminha para um segundo vez entre António José Seguro, do Partido Socialista (PS), e André Ventura, fundador e candidato do Chega. Seguro lidera a apuração com 31%, enquanto Ventura aparece logo detrás, com 23,5%.
Ventura é espargido por ataques diretos ao presidente brasílio Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a quem costuma invocar de “ladrão”. O candidato já afirmou que, caso esteja no tirocínio do missão, receberia Lula com “voz de prisão” se o petista desembarcar em território português.
Conjunto conservador larga na frente
A soma dos votos de partidos e candidaturas do campo conservador — Chega, Iniciativa Liberal, independentes e Partido Social Democrata (PSD) — alcança 63,3% do totalidade. Já o campo da esquerda, formado por PS, Conjunto de Esquerda, Partido Comunista Português (PCP) e Movimento Mútuo Socialista (MAS), soma 34,7%.
Esse cenário indica que, caso haja transmigração significativa dos votos conservadores para Ventura, o candidato do Chega pode se tornar predilecto no segundo vez, embora enfrente poderoso resistência política e midiática.
Disputa acirrada entre conservadores fora do topo
Entre os demais nomes do campo conservador, João Cotrim de Figueiredo, da Iniciativa Liberal, alcançou 15,8%, superando Rui Marques Mendes, do PSD, partido do atual primeiro-ministro Luís Montenegro, que caiu para 11,4% e terminou em 5º lugar.
Também superou Marques Mendes o almirante Henrique Gouveia e Melo, candidato independente, que chegou a 12,3%, garantindo a 4ª posição.
Esquerda tem desempenho modesto
A candidata do Conjunto de Esquerda, Catarina Martins, obteve 2% dos votos e ocupa o 6º lugar, apesar de receber atenção significativa da prelo portuguesa.
Entre os demais concorrentes, o comunista António Filipe (PCP) soma 1,53%. O artista plástico Manuel João Vieira, espargido porquê um “anticandidato” que prometia Ferraris e vinho encanado, aparece com 1,01%. Completam a lista Jorge Pinto (0,6%), André Pestana da Silva (0,1%) e Humberto Correia (0,08%).
Neutralidade do governo e sátira à prelo
Apesar de Ventura despontar porquê competitivo, aliados reconhecem que a prelo portuguesa mantém uma cobertura sátira, frequentemente classificando-o porquê “extrema direita”, enquanto evita rótulos semelhantes para partidos e candidatos de esquerda com discursos também radicais.
O primeiro-ministro Luís Montenegro afirmou durante a apuração que o PSD não apoiará nenhum dos dois candidatos no segundo vez, posteriormente seu representante terminar exclusivamente em quinto lugar.
Segundo vez é inevitável
Porquê nenhum candidato atingiu 50% dos votos, a definição da presidência portuguesa ocorrerá no segundo vez. António José Seguro retorna ao protagonismo posteriormente ter perdido a liderança do PS para o ex-primeiro-ministro António Costa, que deixou o missão posteriormente seu governo ser atingido por um escândalo de prevaricação.
Já André Ventura, fundador do Chega, consolida-se mais uma vez porquê uma das figuras centrais da disputa eleitoral portuguesa, em uma campanha marcada por polarização e poderoso embate ideológico.
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escândalo,Lula
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