A presença de Suzane von Richthofen na 27ª Delegacia de Polícia (Campo Belo), na zona sul de São Paulo, gerou um impasse burocrático no último sábado (10). Acompanhada de advogados, ela compareceu ao sítio na tentativa de liberar o corpo de seu tio, Miguel Abdala Netto, de 76 anos.
O idoso foi encontrado morto dentro de mansão, no bairro do Campo Belo. A Polícia Social registrou o caso uma vez que morte suspeita e iniciou uma investigação para apurar as circunstâncias do óbito.
Identidade e Recusa
Ao se apresentar às autoridades, Suzane utilizou seu novo nome: Suzane Louise Magnani Muniz. A mudança na documentação ocorreu posteriormente seu matrimónio com o médico Felipe Zecchini Muniz, com quem tem um fruto, ocasião em que optou por retirar o sobrenome “von Richthofen”, marcado pelo violação que a condenou.
Apesar da novidade identidade, os policiais de plantão a reconheceram imediatamente e resolveram não atender à sua reivindicação. Segundo informações da delegacia, os trâmites para a liberação do corpo já haviam sido iniciados por uma prima de Miguel.
Suzane tentou tomar a frente do processo, argumentando possuir o parentesco necessário para assumir a responsabilidade permitido. A insistência e a movimentação atípica acabaram provocando atrasos na finalização da papelada e na liberação do corpo para o sepultamento.
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