PT pode punir Quaquá por estribar ação policial que deixou 122 mortos no Rio
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O comitê de moral do Partido dos Trabalhadores (PT) poderá estimar a conduta do deputado federalista e vice-presidente da {sigla}, Washington Quaquá, posteriormente críticas internas provocadas por suas declarações favoráveis à megaoperação policial realizada nos Complexos do Teutónico e da Penha, no Rio de Janeiro.
A cobrança partiu do congresso pátrio da juventude do PT, realizado na sexta-feira (19). O grupo protocolou um pedido de sinceridade de processo contra Quaquá, somando-se a outras duas solicitações anteriores.
A operação, ocorrida em outubro, resultou em 122 mortes, incluindo cinco policiais. Para a fileira jovem do partido, as falas de Quaquá ferem os princípios da legenda. “Não é de hoje que Quaquá adota um oração incompatível com os valores do PT. Seu posicionamento tem se aproximado de ideias fascistas, sem que haja resposta proporcional das instâncias partidárias”, declarou o coletivo.
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Quaquá reage e critica fileira jovem do PT
Quaquá afirmou estar pronto para se tutelar. Em nota ao site Poder360, disse que o PT não pode ser “polarizado por uma juventude de classe média subida e universitária que não vive a verdade do povo e idealiza a bandidagem”.
As declarações do parlamentar ocorreram durante um seminário sobre segurança pública, promovido pelo PT no Rio, entre os dias 1º e 2 de dezembro. Na ocasião, Quaquá defendeu a ação da polícia e afirmou:
“É óbvio que a polícia do Rio só matou ali otário, vagabundo, bandido. Perguntei: ‘Tem trabalhador aí?’. Não. Tudo bandido.”
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Durante o debate, também confrontou críticos:
“Vocês querem falar de democracia, mas só ouvem a própria opinião. Espero que saibam escutar também o que não gostam de ouvir.”
Depois a operação de 30 de outubro, Quaquá publicou nas redes sociais:
“Ninguém enfrenta fuzil com beijinho. Se enfrenta fuzil dando tiro em quem está com fuzil.”
Embora tenha lamentado as mortes de inocentes e policiais, sustentou que a maioria dos mortos seria composta por membros do tráfico.
Nota de Quaquá: “Sou contra bandidos que oprimem as comunidades”
Em nota divulgada posteriormente o pedido da juventude petista, Quaquá reforçou seu posicionamento:
“Os jovens pretos e pobres das favelas são as maiores vítimas da violência. É contraditório que justamente quem os representa no PT queira me punir por me posicionar contra os criminosos que espalham dor e morte.
Somos um partido democrático, e defenderei minhas ideias ao lado do povo que precisa de um Estado potente para libertar as comunidades do domínio do tráfico e das milícias.
Um partido de esquerda não pode ser escravizado por universitários que romantizam o delito. Que conheçam a favela real, e vejam em Maricá o que fazemos pela juventude de verdade.”
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