
👉 Durante a sessão de votação da dosimetria no Senado Federalista, o senador Marcos Rogério fez um dos discursos mais duros já registrados contra a transporte dos processos relacionados aos atos de 8 de janeiro. Em tom firme e visivelmente revoltado, o parlamentar classificou os julgamentos uma vez que “totalmente ilegais”, denunciando o que chamou de ataque de poder, autoritarismo judicial e exiguidade de proporcionalidade nas condenações.
Segundo Marcos Rogério, casos emblemáticos uma vez que o de Débora do Batom escancaram a distorção jurídica que se instalou no país. Para o senador, penas severas, decisões inapeláveis e a concentração de poder em um único magistrado representam uma ruptura grave com o Estado Democrático de Recta.
“Diante de decisões inapeláveis e penas desmedidas, o Parlamento não pode lavar as mãos”, afirmou o senador, cobrando uma postura ativa do Congresso Vernáculo diante do progresso do Judiciário sobre competências legislativas.
A sessão ganhou contornos ainda mais tensos quando o senador Magno Mamparra também subiu o tom e acusou diretamente o ministro Alexandre de Moraes de mentir, em uma das falas mais explosivas já registradas no plenário.
As declarações reacendem o debate pátrio sobre perseguição política, excesso judicial, anistia, revisão de penas e os limites do poder do STF, temas que dividem o Brasil e mobilizam a base conservadora dentro e fora do Congresso.
O incidente marca um novo capítulo na reação do Senado às decisões relacionadas ao 8 de janeiro e levanta uma pergunta inevitável:
até quando o Parlamento aceitará decisões consideradas arbitrárias sem reagir?
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