Líderes de diversas partes do mundo, incluindo da Itália, se manifestaram posteriormente o ataque a tiros que deixou mortos neste domingo (14), na praia de Bondi, em Sydney, na Austrália, expressando choque e solidariedade às famílias das vítimas.
A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, manifestou tarar pelas vítimas e condenou com veemência todas as formas de violência e antissemitismo.
“Tenho escoltado com profunda tristeza as notícias dramáticas vindas de Sydney. Ao mesmo tempo que condeno veementemente todas as formas de violência e antissemitismo, a Itália expressa suas pêsames às vítimas e estende sua mais profunda solidariedade aos seus familiares, aos feridos e às comunidades judaicas, renovando sua amizade com o povo australiano”, escreveu Meloni em suas redes sociais.
O vice-premiê e ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, também condenou veementemente a ofensiva terrorista que teve uma vez que claro cidadãos judeus reunidos para a celebração de Hanukkah.
Em uma mensagem publicada na rede social X, Tajani afirmou que “as cenas horríveis deste último ataque nos lembram que nossa vigilância e mobilização contra o antissemitismo e o ódio racial devem continuar no seu nível supremo”, expressando solidariedade ao governo australiano e às comunidades judaicas afetadas.
O ex-primeiro-ministro italiano Matteo Renzi destacou que “o luto não basta” diante de mais um massacre antissemita e defendeu o combate sem exceções à violência contra judeus em todo o mundo. “O que aconteceu na Austrália é desumano e diz saudação a todos nós”, escreveu.
Já a presidente da Percentagem Europeia, Ursula von der Leyen, disse estar “chocada” com o ataque ocorrido na praia de Bondi e manifestou pêsames às famílias das vítimas.
“A Europa se solidariza com a Austrália e as comunidades judaicas em todo o mundo. Estamos unidos contra a violência, o antissemitismo e o ódio”, afirmou.
A subida representante da UE para Política Externa, Kaja Kallas, classificou o incidente uma vez que um “ato terrível de violência” que exige pena inequívoca, ressaltando a proximidade entre a Europa e a Austrália e a solidariedade ao povo australiano.
Também os Estados Unidos condenaram o ataque. O secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou que o antissemitismo “não tem lugar neste mundo” e que as orações do país estão com as vítimas, a comunidade judaica e o povo australiano, posteriormente o atentado que deixou ao menos 12 mortos durante as celebrações de Hanukkah.
O presidente francesismo, Emmanuel Macron, publicou no X que “um ataque terrorista antissemita atingiu famílias reunidas para comemorar o Hanukkah” e enfatizou que seu país “continuará a lutar incansavelmente contra o ódio antissemita, que nos fere a todos, onde quer que ele atinja”.
Por sua vez, o primeiro-ministro do Reino Unificado, Keir Starmer, chamou a notícia uma vez que “profundamente angustiante” e enviou “seus pensamentos e pêsames a todos os afetados por leste ataque terrível”.
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