Um levantamento fundamentado em dados do Ministério da Saúde, revelou que quase 50% dos pacientes diagnosticados com cancro de próstata no SUS em 2024 esperaram mais de 60 dias para iniciar o tratamento. Entre os 42 milénio homens diagnosticados no ano pretérito, unicamente 24% começaram a terapia dentro do prazo previsto pela lei. Outros 27% não tiveram o tempo de espera registrado, enquanto 49% iniciaram o tratamento depois dois meses — muitos deles aguardando quase um ano para receber mediação médica. O delonga significativo reforça a premência de melhorias na desembaraço do diagnóstico e no aproximação ao tratamento oncológico no sistema público.
Vale lembrar que desde 2012 está em vigor a Lei nº 12.732, que obriga o SUS a iniciar o tratamento de pacientes com cancro — seja cirurgia, radioterapia ou quimioterapia — em no supremo 60 dias depois o diagnóstico confirmado por laudo patológico. O objetivo é evitar que esses pacientes fiquem em longas esperas que podem aumentar o quadro de saúde.
O oncologista Rafael Amaral, do Hospital Santa Lúcia Setentrião (DF), enfatiza que a detecção precoce do cancro de próstata e o rápido início do tratamento são fundamentais para aumentar as chances de trato e preservar a qualidade de vida. Ele reforça a prestígio do rastreamento contínuo, da prevenção e do aproximação rápido ao atendimento no SUS para evitar complicações graves e mortalidade precoce.
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O Ministério da Saúde, questionado sobre os longos tempos de espera no SUS, diz que tem expandido a capacidade de diagnóstico e tratamento. Entre 2023 e 2024, foram realizados mais de 547 milénio diagnósticos de cancro, aumento de 20% em relação ao período anterior. A pasta informou ainda que adquiriu 53 aceleradores lineares e que o Programa de Expansão da Radioterapia (Persus II) prevê mais 40 novos equipamentos, além de novas tecnologias.
Desde 2019, o SUS realizou 285,9 milénio procedimentos relacionados ao cancro de próstata e outras neoplasias do sistema reprodutor masculino. Para agilizar atendimentos, o governo lançou o programa Agora Tem Especialistas, que permite que pacientes da rede pública realizem consultas, exames e cirurgias em hospitais privados em troca do desalento de dívidas tributárias.
O ministério destacou que o orçamento da oncologia cresceu 48%, de R$ 5,1 bilhões para R$ 7,5 bilhões entre 2022 e 2024. Também anunciou o Super Núcleo Brasil de Diagnóstico de Cancro, capaz de enunciar até 1.000 laudos por dia em prazo supremo de cinco dias, com objetivo de reduzir o tempo entre diagnóstico e tratamento no SUS.
Natividade/Créditos: R7
Créditos (Imagem de capote): Liliane Ferenci – HSVP
https://www.aliadosbrasiloficial.com.br/noticia/no-sus-metade-dos-pacientes-com-cancer-de-prostata-demoram-mais-de-60-dias-para-comecar-tratamento/Natividade/Créditos -> Aliados Brasil Solene








