O coronel do Tropa Fernando Montenegro, que comandou a operação de pacificação nos Complexos do Teutónico e da Penha, no Rio de Janeiro, em 2010, defendeu nesta quarta-feira (5) que as facções criminosas sejam classificadas uma vez que grupos terroristas. Em entrevista à 98 FM Natal, o militar disse que a mudança traria mais poder legítimo e estratégico para o Estado no combate ao violação organizado.
Segundo ele, a medida permitiria penas mais duras, menos benefícios aos criminosos e colocaria os casos sob cultura federalista, abrindo caminho para atuação direta das Forças Armadas, ABIN e órgãos de lucidez. “É uma questão de coragem política. As facções já agem uma vez que terroristas há muito tempo”.
Montenegro também revelou que o narcotráfico hoje representa só 10% a 15% dos lucros dessas organizações, que expandiram o negócio para negócio, imóveis e serviços clandestinos. Ele explicou que as facções controlam comunidades uma vez que micropaíses, onde o Estado perdeu o poder. “Eles cobram impostos, controlam pujança, segurança e até o voto. Quem manda é a partido, não a lei”.
O coronel contou ainda que, durante a ocupação do Teutónico, 80% das denúncias vinham de moradores pedindo para o Tropa permanecer, mostrando pedestal sombrio por pânico das represálias. Para ele, enfrentar o problema exige ação conjunta entre polícia, lucidez e políticas sociais, mas, supra de tudo, vontade política para invocar o problema pelo nome perceptível: terrorismo.
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