A coligação de seis anos entre o PSB e ONGs ligadas à ADPF das Favelas se rompeu depois a Operação Contenção no Rio de Janeiro. O partido demitiu a equipe do jurisconsulto Daniel Sarmento, que protocolou no STF petição chamando a operação de “chacina” sem apresentar provas.
A ADPF, ajuizada pelo PSB, impôs restrições às ações policiais de 2020 a 2024, período em que as facções se fortaleceram.
Sarmento, professor da UERJ e fundador do núcleo militante “UERJ Direitos”, gerou conflito ao agir sem aval do PSB, pedindo a federalização das investigações. A decisão do partido provocou indignação de 17 ONGs envolvidas, mas pesquisas indicam que a população apoiou amplamente a operação policial.
O incidente evidencia a mudança de postura do PSB, que percebeu que tutelar facções criminosas gera desgaste eleitoral. A ruptura expõe ainda que o partido utilizou o nome da ADPF para viabilizar ações que as ONGs militantes não conseguiriam conduzir sozinhas, depois anos de lawfare e restrições que favoreceram o transgressão organizado.
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