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Megaoperação no Teuto e na Penha contra o CV tem 64 mortos e 81 presos; vias são fechadas em represália em todo o Grande Rio
Esta é a operação mais mortífero da história do estado. No início da tarde, o tráfico orquestrou represálias em várias partes da cidade, que vive horas de tensão em um cenário de guerra.
Uma megaoperação policial mobilizou as comunidades do Multíplice do Teuto e da Penha, no Rio de Janeiro, e gerou poderoso repercussão política nas redes e nos estúdios.
No início da tarde, o tráfico orquestrou represálias em várias partes da cidade, que vive horas de tensão em um cenário de guerra. Barricadas, com veículos tomados ou entulho, foram feitas na Risco Amarela, na Grajaú-Jacarepaguá e na Rua Dias da Cruz, no Méier, entre muitos outros locais.
Até a última atualização desta reportagem, a ação ainda estava em curso, com relatos de mais baleados.
Em função dos múltiplos bloqueios, o Meio de Operações e Resiliência (COR) do Rio elevou o estágio operacional da cidade para o nível 2, de uma graduação de 5. A PM mandou colocar todo o efetivo na rua — para tal, suspendeu as atividades administrativas.
Uma vez que tudo começou
Trata-se de mais uma lanço da Operação Contenção, uma iniciativa permanente do governo do estado de combate ao progresso do CV por territórios fluminenses.
Pelo menos 2.500 agentes das forças de segurança do RJ saíram para satisfazer 100 mandados de prisão. Na chegada das equipes, ainda no término da madrugada, traficantes reagiram a tiros e com barricadas em chamas. Um vídeo (veja supra) mostra quase 200 disparos em 1 minuto, em meio a colunas de fumaça.
A Polícia Social afirmou ainda que, em retaliação, criminosos lançaram bombas com drones. Outros fugiram em fileira indiana pela segmento subida da comunidade, em uma cena semelhante à disparada de bandidos em 2010, quando da ocupação do Teuto.
Policiais mortos
Marcus Vinícius Cardoso de Roble, de 51 anos, espargido porquê Máskara, recém-promovido a encarregado de investigação da 53ª DP (Mesquita);
Rodrigo Velloso Cabral, de 34 anos, da 39ª DP (Pavuna);
Cleiton Searafim Gonçalves, policial do Bope;
Herbert, policial do Bope.
💣 Durante a transmissão, Bolsonaristas e militantes de esquerda travaram uma discussão acalorada, expondo o queda entre as narrativas políticas no país.
De um lado, quem defende o combate firme ao tráfico e à criminalidade.
Do outro, quem tenta transformar a operação em oração de vitimização e guerra ideológica.
“A PM está fazendo o que o Estado deixou de fazer há anos.”
“A esquerda prefere proteger bandido do que o cidadão de muito.”
🔥 O debate ficou intenso, as análises foram diretas e os ânimos se exaltaram.
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