Post Views: 0
Um pequeno grupo de militantes de esquerda promoveu neste sábado (1º) um ato em frente ao MASP, na Avenida Paulista, em São Paulo, para guerrear o governador Cláudio Castro (PL-RJ) e tutorar o termo da Polícia Militar. A sintoma, convocada pelo Partido da Justificação Operária (PCO) nas redes sociais, acabou se tornando um vexame público, com baixíssima adesão e muita zombaria por secção de quem passava pelo sítio.
Enquanto o país inteiro reconhece a coragem das forças de segurança do Rio de Janeiro na megaoperação contra o Comando Vermelho, os militantes preferiram se solidarizar com criminosos, carregando cartazes pedindo o “termo da PM” e gritando palavras de ordem contra o governador. O ato, no entanto, não teve espeque popular e foi ignorado até por partidos tradicionais da esquerda, demonstrando o isolamento crescente desses grupos radicais.
Imagens que circularam nas redes sociais mostram menos de duas dezenas de pessoas participando do protesto, a maioria empunhando bandeiras vermelhas e entoando cânticos confusos. Internautas ironizaram o fiasco: “Nem os traficantes quiseram ir”, comentou um usuário no X. Outros apontaram a hipocrisia dos militantes, que pedem o termo da polícia, mas dependem dela para prometer a própria segurança durante os atos.
O incidente reforça o divórcio entre a esquerda militante e a veras do povo brasílio, que em sua maioria apoia as ações firmes de Cláudio Castro e repudia qualquer tentativa de enfraquecer as forças de segurança. A tentativa de transformar criminosos em vítimas e policiais em vilões não encontra mais repercussão nas ruas. O resultado foi o previsível: um protesto vazio, vergonhoso e ridicularizado nas redes sociais.









