O diretor-geral da Polícia Federalista (PF), Andrei Rodrigues, afirmou nesta terça-feira (29) que a corporação optou por não participar da operação policial realizada no Rio de Janeiro contra o transgressão organizado. A ação, que contou com forças estaduais, resultou em intensos confrontos com integrantes do Comando Vermelho.
“A nossa equipe entendeu que não era uma operação razoável para que a gente participasse”, declarou Andrei Rodrigues, ao comentar o incidente.
A enunciação provocou potente reação de parlamentares da oposição e de setores das forças de segurança. O deputado federalista Nikolas Ferreira (PL-MG) criticou duramente o governo Lula, afirmando em suas redes sociais:
“Governo de vagabundos.”
Já o deputado Zucco (PL-RS), líder da Oposição na Câmara dos Deputados, divulgou uma nota solene classificando a decisão da PF porquê um “escândalo” e pedindo a deposição imediata do diretor-geral.
Na nota, Zucco afirma que a recusa da Polícia Federalista em estribar a operação — que foi coordenada pela Polícia Militar do Rio de Janeiro — representa “uma vergonha vernáculo”. O parlamentar argumenta que, enquanto policiais civis e militares enfrentavam criminosos fortemente armados, o governo federalista teria se postergado.
“O governo Lula não fez absolutamente zero. Negou três vezes o pedido de blindados feito pelo governador Cláudio Castro, se recusou a agir, não decretou a Garantia da Lei e da Ordem (GLO) e abandonou o povo carioca à própria sorte”, diz o texto.
O líder oposicionista ainda afirmou que o incidente demonstra um governo “fraco, desorientado e omisso” diante da escalada da violência no país.
Enquanto isso, o governo federalista defende que a atuação da PF em operações conjuntas depende de critérios técnicos e estratégicos. Segundo integrantes da corporação, a decisão de não participar da ação teria sido baseada em avaliações de risco e de cultura operacional, já que a operação seria de responsabilidade das forças estaduais.
A crise de segurança no Rio de Janeiro reacendeu o debate sobre o papel da União no combate ao transgressão organizado e a premência ou não de uma mediação federalista. Governadores de outros estados manifestaram solidariedade ao Rio e cobraram maior fala vernáculo contra o progressão das facções criminosas.
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