A crise de segurança pública no Rio de Janeiro, marcada pela megaoperação policial que deixou ao menos 64 mortos e 81 presos nos complexos da Penha e do Teutónico, provocou possante reação no Congresso Vernáculo.
Entre as vozes mais duras, estão as dos senadores Tereza Cristina (PP-MS) e General Hamilton Mourão (Republicanos-RS), que criticaram a falta de resposta do governo federalista diante do progresso do delito organizado no estado.
“O Rio está em situação de caos”, diz Tereza Cristina
Em publicação nas redes sociais, a ex-ministra da Cultivação afirmou que o governo Lula deveria ter instalado imediatamente um gabinete de crise e enviado tropas federais ao Rio de Janeiro.
“O Rio de Janeiro encontra-se, neste momento, em situação de caos, com as principais vias bloqueadas pelo delito.
Um governo responsável já teria instalado um gabinete de crise e mandado imediatamente tropas federais para a cidade!
Os moradores não podem continuar vivendo sob o domínio do pânico!”, escreveu Tereza Cristina.
A senadora classificou a situação uma vez que “inadmissível” e defendeu uma resposta coordenada entre as forças federais e estaduais para restaurar a segurança pública no estado.
Mourão fala em ‘falência do Estado’ e ‘narcoterrorismo’
No mesmo tom, o senador e ex-vice-presidente Hamilton Mourão publicou em suas redes sociais uma das imagens mais impactantes da operação e acusou o Estado brasílio de fracassar no enfrentamento das organizações criminosas.
“O que assistimos hoje no Rio de Janeiro consubstancia a inação e a falência do Estado em querer, verdadeiramente, combater as organizações criminosas que protagonizam o narcoterrorismo no Brasil”, escreveu.
Mourão classificou o cenário uma vez que uma “guerra urbana” e criticou o que chamou de “bandidolatria da esquerda”, afirmando que políticas uma vez que a PEC da Segurança Pública e a ADPF das Favelas não surtiram efeito.
“Há um inimigo, e ele precisa ser enfrentado diretamente. Já passou da hora da país exigir providências e concordar que um enfrentamento real deve ser feito!”, afirmou.
O parlamentar defendeu uma estratégia de enfrentamento totalidade ao delito, com integração das forças de resguardo e segurança, endurecimento da legislação penal e rastreamento financeiro das lideranças criminosas.
“Acabou. Ou o Brasil enfrenta a veras, ou aceita virar um Narcoestado!”, concluiu.
Contexto
As declarações ocorrem em meio à escalada de violência no Rio e à cobrança do governador Cláudio Castro (PL) por maior espeque federalista.
Castro criticou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por negar pedidos de cooperação, uma vez que o empréstimo de blindados e a autorização para uma operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO).
Até o momento, o Planalto não se manifestou sobre as declarações dos senadores nem sobre as críticas do governador fluminense.
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